O Filho Eterno: Um elemento entrópico na família

Autores

  • Claudia Regina Manzolillo UFRJ

DOI:

https://doi.org/10.13102/lm.v8i1.2811

Palavras-chave:

Cristovão Tezza, memória, família, filho, down

Resumo

Em O Filho Eterno, romance vencedor do Prêmio Jabuti 2008, Cristóvão Tezza desvenda um universo de sensações desagradáveis experimentado nas relações familiares. O personagem-narrador rememora situações dramáticas: o casamento, permeado pela dificuldade econômica e a falta de realização profissional, e o nascimento do filho com Síndrome de Down. Esse percurso de fracassos, de oscilações de sentimentos entre negação e aceitação, marca a narrativa, que beira, em certos momentos, a crueldade. Entretanto, há um turning point. A saga por uma possível cura e o resgate de um pai amoroso, protegido por uma couraça emocional, eclodem durante a narrativa. De certa forma, o filho constrói o pai nesse texto que trata de limitações humanas e demonstra que a barreira do impossível é quebrada pelo amor.

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Referências

TEZZA, Cristovão. O filho eterno. Rio de Janeiro: Record, 2008.

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Publicado

2018-01-04

Como Citar

Manzolillo, C. R. (2018). O Filho Eterno: Um elemento entrópico na família. evista Légua eia, 8(1), 43–52. https://doi.org/10.13102/lm.v8i1.2811

Edição

Seção

Dossiê - Relações Familiares e Literatura