O Filho Eterno: Um elemento entrópico na família
DOI:
https://doi.org/10.13102/lm.v8i1.2811Palavras-chave:
Cristovão Tezza, memória, família, filho, downResumo
Em O Filho Eterno, romance vencedor do Prêmio Jabuti 2008, Cristóvão Tezza desvenda um universo de sensações desagradáveis experimentado nas relações familiares. O personagem-narrador rememora situações dramáticas: o casamento, permeado pela dificuldade econômica e a falta de realização profissional, e o nascimento do filho com Síndrome de Down. Esse percurso de fracassos, de oscilações de sentimentos entre negação e aceitação, marca a narrativa, que beira, em certos momentos, a crueldade. Entretanto, há um turning point. A saga por uma possível cura e o resgate de um pai amoroso, protegido por uma couraça emocional, eclodem durante a narrativa. De certa forma, o filho constrói o pai nesse texto que trata de limitações humanas e demonstra que a barreira do impossível é quebrada pelo amor.Downloads
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Referências
TEZZA, Cristovão. O filho eterno. Rio de Janeiro: Record, 2008.
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Publicado
2018-01-04
Como Citar
Manzolillo, C. R. (2018). O Filho Eterno: Um elemento entrópico na família. evista Légua eia, 8(1), 43–52. https://doi.org/10.13102/lm.v8i1.2811
Edição
Seção
Dossiê - Relações Familiares e Literatura





