Conversa de Arquivo: Eurico Alves, leitor de Euclides
DOI:
https://doi.org/10.13102/lm.v5i1.2019Palavras-chave:
Sertão, presença/ausência, deslocamentoResumo
As obras Os sertões (1902), de Euclides da Cunha, e Fidalgos e vaqueiros (1989), de Eurico Alves Boaventura, são dois grandes monumentos na construção de maneiras de ver e dizer, pensar e sentir o sertão da Bahia/ Brasil, muito embora produzidos em épocas distintas e com processos de disseminação bastante diferenciados. Neste texto, tento surpreender a presença/ausência do texto euclidiano na construção discursiva do sertão por parte de Eurico Alves, procurando visualizar recorrências, rasuras e deslocamentos colocados na operação da leitura.Downloads
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(Dissertação de Mestrado)
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