O Cérebro eletrônico nunca se esquece: memórias do estado de exceção em Manhã Cinzenta

Auteurs

  • Mirian Sumica Carneiro Reis UNILAB

DOI :

https://doi.org/10.13102/lm.v9i1.4538

Mots-clés :

Memórias, Cérebro eletrônico, Manhã Cinzenta, Estados de Exceção

Résumé

O presente ensaio apresenta o diálogo intertextual entre a música Cérebro eletrônico, de Gilberto Gil, o filme Manhã Cinzenta, de Olney São Paulo, considerando-os como obras testemunhais de momentos históricos em que o estado de exceção perdurou como regime de governo no Brasil, entre 1964 e 1985. A proposição se baseia na importância das expressões artísticas como elemento de denúncia e contestação em suas épocas de lançamento, e no lugar de arquivo que ocupam quando lidas diacronicamente, considerando as memórias traumáticas legadas por regimes autoritários como problemáticas que repercutem contemporaneamente.

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Publiée

2019-07-01

Comment citer

Reis, M. S. C. (2019). O Cérebro eletrônico nunca se esquece: memórias do estado de exceção em Manhã Cinzenta. evista Légua eia, 9(1), 54–62. https://doi.org/10.13102/lm.v9i1.4538

Numéro

Rubrique

Dossiê: Imagens do Sertão na Literatura e no Cinema