O luar através dos altos ramos (Para que servem mesmo os poetas?)
DOI :
https://doi.org/10.13102/lm.v6i1.2130Mots-clés :
poeta, poesia, tempos indigentes, Heidegger.Résumé
Para que servem os poetas em tempos indigentes? Esta é a pergunta do filósofo Martin Heidegger, referindo-se ao poeta Friedrich Hoelderlin. Nosso estudo refaz esta pergunta, trazendo-as para os nossos tempos, ao tempo em que questiona a pretensão dos poetas de ensinar aos homens.Téléchargements
Références
ADORNO, T. W. Autour de lathéorieesthétique: Paralipomena — introduction première. Paris: Klinksieck, 1976.
et allii. Textos escolhidos. Trad. J. L. Grunewaldet al. São Paulo: Abril Cultural, 1980.
. Teoria estética.Trad. A Mourão. Lisboa: Edições 70, 1982.
BACHELARD, G. La poétique de la rêverie. Paris: Presses Universitaires de France, 1974.
BARBOSA, J. A. As ilusões da modernidade. São Paulo: Perspectiva, 1986.
BAUDELAIRE, C. L’artromantique: littérature et musique. Paris: Garnier-Flamarion, 1968.
. As flores do mal (bilingue) Trad. I. Junqueira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
BEAUFRET, J. Dialogue avec Heidegger. 1: Philosophie grecque. Paris: Les Éditions de Minuit, 1973.
BENN, G. Problemas da lírica. Trad. F. W. (In Caderno Rio Arte, n. 3, 1985).
BOSI, A.O ser e o tempo da poesia. São Paulo: Cultrix, 1983.
BRADBURY, M. e McFARLANE, J. Modernismo: guia geral.Trad. D. ttmann. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
BRASILEIRO, A. Da inutilidade da poesia. Salvador: Edufba, 2002.
CABRAL DE MELO NETO, J. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, l995.
CASSIRER, E. Antropologia filosófica. Trad. V. F. Queiroz. São Paulo: Mestre Jou, 1977.
. Essencia y efecto del concepto de simbolo. Trad. C. Gerhard. Mexico: Fondo de Cultura Econômica, 1975.
. O mito do estado. Trad. A. Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1976.
. Filosofía de las formas simbolicas I:El lenguage. Trad. A Morones. Mexico: Fondo de Cultura Econômica, 1985.
. A filosofia do humanismo.Trad. A. Cabral. Campinas: Editora da Unicamp, 1994.
. El problema del conocimiento en la filosofia y en la ciencia modernas. Mexico: Fondo de Cultura Econômica, 1986.
. Kant, vida y doctrina. Mexico: Fondo de Cultura Econômica, 1968.
CHAUVIRÉ, Christiane. Wittgenstein. Rio de Janeiro: Zahar, 1991.
COHEN, G. Commentaire du “Cimetière marin”. Paris: Gallimard, 1933.
DELEUZE, G. e GUATTARI, F. O que é filosofia? Trad. B. Prado Jr. e A. A. Muñoz. Rio de Janeiro: Editora 34, 1992.
DILTHEY, W. Vida y poesia. Trad. W. Roces. Mexico: Fondo de Cultura Econômica, 1945.
. Literatura y fantasia. Mexico: Fondo de Cultura Econômica, 1997.
ELIOT, T.S. Selected prose. New York: H. B. Jovanovich, 1975.,
. Four quartets. New York: H.B. Jovanovich, 1971.
. Selected poems. Londres: Faber and Faber, 1976.
FISCHER, E. A necessidade da arte. Trad. L. Konder. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.
FRIEDRICH, H. Estrutura da lírica moderna. Trad. M. Curioni. São Paulo: Duas Cidades, 1978.
GADAMER, G. Vérité et méthode: les grandes lignes d’une herméneutique philosophique. Paris: Les Éditions de Seuil, 1976.
GIDE, A.-VALÉRY, P. Correspondence (1890-1924). Paris: Gallimard, 1955.
GRAVES, R.A deusa branca: uma gramática histórica do mito poético.Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003.
. Mitos gregos. São Paulo: Madras, 2004.
HAUSER, A. Teorias da arte. Trad. M. Morgado. Lisboa: Presença, 1978.
. História social da literatura e da arte. Trad. W. H. Geenen. S. Paulo: Mestre Jou, 1982.
. A arte e a sociedade. Trad. M. Morgado. Lisboa: Presença, 1984.
HEIDEGGER, M. Achéminements vers la parole. Paris: Gallimard, 1976.
. Lettre sur l’humanisme (bilingue) Paris: Aubier, 1964.
. Conferências e escritos filosóficos. Trad. E. Stein. Col. Os Pensadores. S. Paulo: Abril Cultural, 1979.
. Chéminsquinemènent nulle part. Trad. W. Brokmein. Paris: Gallimard, 1986.
.Poetry, language, thought. New York: Harper Colophon Books, 1975.
. Existence and Being. London: Vision, 1956.
HORKHEIMER, M. Eclipse da razão. Trad. S. Uchoa Leite. Rio de Janeiro: Labor, 1976.
______. Dialética do esclarecimento. Rio: Jorge Zahar Editor, 1985.
HYTIER, J. La poétique de Valéry.Paris: A Colin, 1970.
JAEGER, W. Paideia. Trad. A Parreiras. São Paulo: Herder, s/d.
KERMODE, F. Formas de atenção. Trad. M. Segurado. Lisboa: Edições 70, 1991.
. Um apetite pela poesia. Trad. S. Uchoa Leite. São Paulo: Edusp, 1993.
KLEE, P. Théorie de l’artmoderne. Geneve: ÉditionGonthier, 1964.
LEGUA E MEIA copia.indd 204 17/11/2014 22:48:50
MAN, P. de. A resistência à teoria. Lisboa: Edições 70, 1989.
MERLEAU-PONTY, M. O olho e o espírito. In: . Textos escolhidos. Trad. G. Barreto. São Paulo: Abril Cultural, 1975. Col. Os Pensadores, vol. XLI.
NIETZSCHE, F. Au dela du bien et du mal. Trad. A Meyer et R. Guast. Paris: Bordas, 1948.
. Asi habló Zaratustra. Trad. A Pascual. Madri: Alianza Editorial, 1972.
. Humano demasiado humano. Trad. C. Grifo Babo. Lisboa: Presença, 1973.
. La voluntad del poderío. Madri: Edaf, 1996.
NUNES, B. Passagem para o poético: poesia e filosofia em Heidegger. São Paulo: Ática, 1992.
ORTEGA Y GASSET, J. La dehumanización del arte.Madrid: Revista de Occidente, 1967.
OTTO, W. F. Os deuses da Grécia. Trad. Ordep Serra. São Paulo: Odysseus, 2005.
PAZ, O. A outra voz. Trad. W. Dupont. São Paulo: Siciliano, 1993.
. Os filhos do barro. Trad. O. Savary. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.
. O arco e a lira. Trad. O. Savary. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982.
. Pasión crítica. Barcelona: Seix Barral, 1990.
. Signos em rotação. Trad. S. Uchoa Leite. São Paulo: Perspectiva,1976.
PESSOA, F. Obra reunida. Rio de Janeiro: Aguillar, 1965.
PLATÃO. Obras completas. Trad. M. Araújo et al. Madri: Aguillar, 1969.
READ, H. As origens da forma na arte. Trad. W. Dutra. Rio de Janeiro: Zahar, 1967.
. A natureza criadora do humanismo. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1967.
RIMBAUD, A.Oeuvres complètes. Paris: Éditions J. C. Lattés, 1987.
RORTY, R.A filosofia e o espelho da natureza. Rio de Janeirio: Relume-Dumará, 1994.
. Contingência, ironia e solidariedade. S. Paulo: Martins Fontes, 2007.
SAFRANSKI, R. Heidegger: um mestre da Alemanha entre o bem e o mal. Trad. Lya Luft. São Paulo: Geração Editorial, 2000.
SARTRE, J.-P. O que é literatura? In: . Situações II. Lisboa: Publicações Europa-América, 1968.
. Baudelaire. Trad. R. Gonçalves. Lisboa: Publicações Europa-América, 1966.
SHELLEY, P. B. A defence of poetry: Gatewaytothe Great Books. Chicago: Encyclopaedia Britannica, Inc. 1963.v. 5.
SLOTERDIJK, P. Regras para o parque humano. S. Paulo: Estação Liberdade, 2000.
STAIGER, E. Conceitos fundamentais da poética. Trad. C. Galeão. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1974.
STEINER, G. Linguagem e silêncio: ensaios sobre a crise da palavra. Trad. G. Stuart e F. Rajabaly. São Paulo: Companhia das Letras, 1988.
. As ideias de Heidegger. Trad. A. Cabral. SãooPaulo: Cultrix, 1982.
. In bluebird’scastle — or some notes towards a re-definition of culture. London: Faber and Faber, 1989.
. Después de Babel: aspectos del lenguaje y la traducción. Mexico: Fondo de Cultura Econômica, 1995.
SUZUKI, D.T. Ensayos sobre budismo zen. Buenos Ayres: Kier, 1975.
SUZUKI, D.T. et al.Zen-budismo e psicanálise. Trad. O. M. Cajado. São Paulo: Cultrix, 1978.
VALÉRY, P. Cahiers I. Paris: Gallimard, 1973.
. Cahiers II. Paris: Gallimard, 1974.
. Oeuvres I. Paris: Gallimard, 1957.
. Oeuvres II. Paris: Gallimard, 1960.
. Lettres à quelques uns. Paris: Gallimard, 1952.
VÁRIOS. Os escritores: as históricas entrevistas da Paris Review (2 vols.). Trad. A. A. Martins et al. São
Paulo: Companhiadas Letras, 1988/89.
ZUKAV. G/ A dança dos mestres Wu Li: uma visão geral da nova física. Trad. Equipe ECCE. São Paulo: Editora de Cultura Espiritual, 1989.





