Aracê, o Acendedor de Estrelas; Sonho com Cheiro de Flor; Um Homem Pescando num Cais
DOI:
https://doi.org/10.13102/repila.v0i1.4314Abstract
Num certo tempo, no espaço específico de uma pequena aldeia imersa em densa floresta, é de onde começo a contar essa história, incrível história de um índio, o pequeno grande índio, Aracê. Nesse cenário esverdeado, vive a Tribo do Sol, tribo que abriga um povo que realizava suas atividades diárias conforme a trajetória que o Sol fazia no céu. Todo filho dessa tribo acordava quando o Sol nascia, e se recolhia, e adormecia, quando o Sol se punha entre as serras. Era a rotina tradicional, viva como a própria existência da aldeia, nem o mais velho ancião sabia como esse movimento iniciou, mas era assim a vida e assim se vivia. A tribo sobrevivia dos alimentos cultivados na terra e pescados do rio que banhava a pequena aldeia, tudo sob a luz do Sol. Tudo funcionava no período entre o nascer e o pôr do Sol.
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