O VALOR EVOLUCIONÁRIO DO SENSO ESTÉTICO

STEPHEN DAVIES

Autores

  • Charliston Pablo do Nascimento Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS

DOI:

https://doi.org/10.13102/ideac.v1i53.12827

Palavras-chave:

Senso estético; Valor evolucionário; Função adaptativa; Comportamento estético.

Resumo

 

Neste artigo, Stephen Davies investiga o valor evolucionário do senso estético, argumentando que a capacidade humana de apreciar o belo e o sublime não é um traço meramente contemplativo, mas uma função adaptativa que contribuiu para a sobrevivência e o sucesso reprodutivo de nossos ancestrais. O autor desafia as concepções de que o modo estético é puramente passivo e de que o interesse estético deve ser indiferente à funcionalidade do objeto, propondo que ele frequentemente opera como as emoções e impulsionando-nos a navegar pelo mundo com discernimento e segurança. Por fim, Davies situa o surgimento do comportamento estético há cerca de 400.000 anos AP, e conclui que embora enraizado em nosso passado evolucionário o interesse pelo estético expandiu-se para todos os aspectos da vida moderna. A versão original do artigo foi publicada no periódico italiano Aisthesis: Pratiche, Linguaggi e Saperi dell'Estetico, v. 6, n. 2, p. 75-79, 2013, da Universidade de Florença (UNIFI). A presente tradução baseia-se na versão final do manuscrito revisto pelo autor.

Palavras-chave: Senso estético; Valor evolucionário; Função adaptativa; Comportamento estético.

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Referências

DARWIN, Charles. The Descent of Man and Selection in Relation to Sex. New edition, revised and augmented. London: D. Appleton, 1880.

DAVIES, Stephen. The Artful Species: Aesthetics, Art, and Evolution. Oxford: Oxford University Press, 2012.

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Publicado

2026-06-15