A NOÇÃO DE EXPERIÊNCIA EM HEGEL COMO CRÍTICA IMANENTE

Autores

  • Carla Vanessa Brito de Oliveira

DOI:

https://doi.org/10.13102/ideac.v0i0.3017

Resumo

É escopo do presente artigo a elucidação da noção de experiência (Erfahrung) em Hegel, como crítica imanente, na medida em que a mesma se volta criticamente para pressupostos epistemológicos sustentados na crítica transcendental kantiana. A partir, sobretudo, do exame da Introdução da Fenomenologia do Espírito (1807), busca-se elucidar que a experiência em Hegel se trata da experiência da consciência que, em seu “caminho para a ciência”, se
perfaz na condição de uma crítica imanente. Para tanto, é mister compreender que a experiência da consciência é a própria experiência do saber, pois, para Hegel, a consciência sempre se põe em uma relação mútua com o seu não-idêntico, o objeto, de modo a instituir o momento do saber e o momento do objeto reciprocamente e, assim, entregue a essa relação de simultânea oposição e complementariedade, examina a si mesma.

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Publicado

2018-03-05

Edição

Seção

Dossiê