Conhecimentos e práticas de contracepção de emergência entre universitárias(os)
Emergency contraceptive Knowledge and practices among university students
DOI:
https://doi.org/10.13102/rscdauefs.v12i2.7536Keywords:
Contraception, Knowledge, Students, Hormonal contraception, Sex educationAbstract
Introduction: Sexual initiation occurs earlier and earlier and has caused many discussions. Although highly effective contraceptive methods exist, many pregnancies occur without planning. Thus, in unprotected sex, the Emergency Contraceptive (EC) becomes the momentary solution to reduce the chances of a possible pregnancy. Objective: To describe the knowledge and practices of university students about emergency contraception. Methodology: Descriptive, quantitative study with 292 university students from a state university in the interior of Bahia. The data collection instrument was a self-administered semi-structured questionnaire. Data were entered, stored and analyzed using the SPSS statistical package. Exploratory and descriptive analysis of the sample was performed. Results: Of the participants, 79.8% (233) claimed to have an active sex life, of these 72.1% (168) already use some contraceptive method, but 88% (205) reported having unprotected sex, while 63.9% (131) have used EC. When asked why they did not use EC after all sexual intercourse, 63.5% (99) reported that they did not want to use it and 14.7% (23) said they had forgotten to use the method, with 99.2% (130) having bought the EC at the pharmacy. None of the four questions were answered correctly. Final considerations: This study evidenced the risk behavior of university students, reinforcing the need for intervention in the academic environment with an emphasis on sexual education.
Downloads
Metrics
References
Brambila A, Riechel T, Amadei JL. Contracepção de emergência em estudantes universitárias. Revista Sustinere 2016; 4(2):253-64.
Consórcio Latinoamericano de Anticonceocíon de Emergência. Pílulas anticoncepcionais de emergências: Orientações médicas e de prestações de serviço [Internet]. [acesso em acesso em 20 de junho 2021]. Disponível em: http://clae-la.org/wp-content/uploads/pilulas-anticoncepcionais-de-emergencia.pdf.
Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Políticas de Saúde. Anticoncepção de emergência: perguntas e respostas para profissionais de saúde [Internet]. [acesso em 20 de junho 2022]. 44p. Disponível em: http://www2.unifesp.br/proex/novo/eventos/eventos14/maistrinta/images/stories/anticoncepcao.pdf.
Bauzà ML, Esteva M, Molina J, Pereiró I, Ingla MS. March. Emergency contraception and risk habits in a university population. Eur J Contracept Reprod Health Care 2018;23(6):427-33.
Davis P, Sarasveni M, Krishnan J. Bhat LD, Kodali NK. Knowledge and attitudes about the use of emergency contraception among college students in Tamil Nadu, India. J. Egypt. Public. Health Assoc.2020;95(1):30-9.
Leelakanok N, Methaneethorn J. A Systematic Review and Meta-analysis of the Adverse Effects of Levonorgestrel Emergency Oral Contraceptive. Clin Drug Investig 2020; 40: 395-420.
Chofakian CBN, Moreau C, Borges ALV, Santos OA. Contraceptive patterns after use of emergency contraception among female undergraduate students in Brazil. Eur J Contracept Reprod Health Care 2018; (23)5:335-43.
Osei-Tutu EM, Aryeh-Adjei AA, Ampadu E. Knowledge and Usage of Emergency Contraceptives among University Students in Ghana. Population Review 2018; (57):75-88.
Kgosiemang B, Blitz J. Emergency contraceptive knowledge, attitudes and practices among female students at the University of Botswana: A descriptive survey. Afr J Prim Health Care Fam Med 2018;1(10):e1-e6.
Brandão ER, Cabral CS, Ventura M, Paiva SP, Bastos LL, Oliveira NVBV, Szabo I. Os perigos subsumidos na contracepção de emergência: moralidades e saberes em prática. Horiz. antropol. [2017;23(47):131-61.
Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Atenção à Saúde. Saúde sexual e saúde reprodutiva [Internet].Brasília: MS; 2021. [acesso em 20 junho 2021]. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_sexual_saude_reprodutiva.pdf.
Brasil. Lei n° 9.263, de 12 de janeiro 1996. Institui o planejamento familiar, estabelece penalidades e dá outras providências [Internet]. [acesso em 20 de junho de 2021]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9263.htm.
Universidade Federal de Santa Catarina (SC). Atenção integral à saúde da mulher: medicina [Internet]. Florianópolis: UFSC; 2016. [acesso em 20 de junho de 2021]. Disponível em: https://unasus.ufsc.br/atencaobasica/files/2017/10/Aten%C3%A7%C3%A3o-Integral-%C3%A0-Sa%C3%BAde-da-Mulher-ilovepdf-compressed.pdf.
Chapadão do Sul. Secretária Municipal de Saúde. Programasaúde da mulher e saúde do homem – protocolo municipal do planejamento familiar [Internet]. Chapadão do Sul: SMS; 2020. [acesso em 20 de junho de 2021]. Disponível em: https://www.as.saude.ms.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/Protocolo-Municipal-Planejamento-Familiar.pdf
Parcero SMJ, Coelho EAC, Almeida, MS, Almeida, MS, Nascimento ER. Características do relacionamento entre a mulher e seu parceiro na ocorrência de gravidez não planejada. Rev. baiana enferm. 2017; 31(2):e17332.
Associação Brasileira de Empresas e Pesquisas [Internet]. São Paulo: Critério Brasil 2019;c2019. [acesso em 20 de junho 2021]. Disponível em: www.abep.org.
Chofakian, CBN. Descontinuação de contraceptivos e sua relação com o uso de contraceptivos de emergência entre mulheres universitárias no Brasil [Tese - Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo]. São Paulo: USP; 2017.[acesso em 20 de junho de 2021]. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7141/tde-07072017-203003/publico/Christiane_Chofakian_Retida.pdf
Ministério da Saúde (BR). Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Dispõe sobre as diretrizes e as normas regulamentadoras de pesquisa envolvendo seres humanos [internet].Brasília; CNS; 2012. [acesso em 13 de julho 2021]. Disponível em: https://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/Reso466.pdf.
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Censo de educação superior 2019: notas e estatísticas [Internet]. Brasília: INEP; 2019. [acesso em 20 de junho de 2021]. Disponível em: https://abmes.org.br/arquivos/documentos/Censo%20da%20Educa%C3%A7%C3%A3o%20Superior_Notas%20Estatistica%202019.pdf
Carvalhães F, Ribeiro CAC. Estratificação horizontal da educação superior no Brasil: Desigualdades de classe, gênero e raça em um contexto de expansão educacional. Tempo soc. 2019; 31(1):195-232.
Castro JF, Almeida CMT, Rodrigues VMCP. A (des)educação contraceptiva dos jovens universitários. Acta Paul Enferm. 2020; 33(14):1-7.
Thongnopakun S, Pumpaibool T, Somrongthong R. The effects of an educational program on knowledge, attitudes and intentions regarding condom and emergency contraceptive pill use among Thai female university students. Int. J. Health Res. 2018;32(4):270-278.
Vargas AC, Paula EL, Pissolito OS, Mendes AB, Baptista VJ, Antunes MD, Bortolozzi F. Uso indiscriminado de contraceptivo de emergência por universitárias no norte do Paraná. BJSCR 2017; 20(1):65-71.
World Health Organization. Department of Reproductive Health and Research and Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health/Center for Communication Programs (CCP), Knowledge for Health Project [Internet]. Geneve: WHO; 2018.[acesso em 10 de agosto de 2021]. Disponível em: https://www.who.int/.
Remenche MLR, Machado PH, Rohling N. Discursividades sobre identidade, sexualidade e feminismo em redes sociais. Rev. Estud. Fem. 2020; 28(2):1-15.
