Assistência qualificada de enfermagem na atenção básica às mulheres vítimas de violência doméstica: uma necessidade crescente
Qualified nursing assistance in primary care for women victims of domestic violence: a growing need
DOI:
https://doi.org/10.13102/rscdauefs.v12i2.7738Keywords:
Comprehensive health care. Primary health care. Nursing. Domestic violence. Violence against women.Abstract
Domestic violence is experienced by women daily, the growing number of cases of violence has intensified. Health services are sought for the reception of the victim. Faced with this situation, the primary care nurse must situate his team and have theoretical knowledge about the subject so that they can be performed the nursing conducts. The objective of this study was to analyze the nurse’s approach so that it can identify situations that put a risk to the woman’s life and nursing care actions together with the multidisciplinary team in the care of victims. This is an integrative review of the literature in databases, with the inclusion of articles between 2013 and 2021, in Portuguese, English and Spanish. Considering its thematic axes, two categories were created: Behaviors that make it difficult for nurses to recognize violence; Knowledge and strategies as a way of preventing domestic violence. In primary care, nurses together with the team should seek strategies for the prevention and identification of cases of domestic violence, as well as to profile the territory.
Downloads
Metrics
References
Brasil. Lei nº. 11.340, de 7 de agosto de 2006, Lei Maria da Penha. Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do § 8º do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal; e dá outras providências. Brasília: Ministério da Justiça. DOU 8 de ago de 2006.
Souza ER, Ribeiro AP, Penna LH, Ferreira AL, Santos NC, Tavares CM. O tema violência intrafamiliar na concepção dos formadores dos profissionais de saúde. Ciênc. saúde coletiva 2009; 14(5):1709-1719.
World Health Organization. Fichas técnicas - Violência contra mulher [Internet]. Genebra: WHO; 2021. [acesso em 15 nov 2022]. Disponível em https://www.who.int/en/news-room/fact-sheets/detail/violence-against-women.
Organização Panamericana de Saúde. Violência contra as mulheres [Internet]. OPAS; Washington: WHO; 2021 [acesso em 21 nov 2021]. Disponível em: https://www.paho.org/pt/topics/violence-against-women
Baptista RS, de Melo Chaves OB, de França IS, de Sousa FS, de Oliveira MG, da Silva Leite CC. Violência sexual contra mulheres: a prática de enfermeiros. Rev Rene 2015; 16(2):210-7.
Conselho Federal de Enfermagem. Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde, Módulo 1: Saúde da Mulher [Internet]. Brasília: COFEN; 2021. [acesso em 21 nov 2021]. Disponível em: http://biblioteca.cofen.gov.br/protocolo-de-enfermagem-atencao-primaria-saude-mulher/.
Silva CD, de Oliveira Gomes VL. Violência contra a mulher: dimensões representacionais de discentes de enfermagem. Rev. enferm. Cent.-Oeste Min 2018; 8:1-10.
Duarte BA, de Barros Junqueira MA, Giuliani CD. Vítimas de Violência: atenção do profissional de enfermagem na Atenção Primária. REFACS 2019; 7(3): 402-411.
Sobral FR, Campos CJG. Utilização de metodologia ativa no ensino e assistência de enfermagem na produção nacional: revisão integrativa. Rev. esc. enferm. USP 2012; 46(1):208-218.
Souza MT, Silva MD, Carvalho RD. Revisão integrativa: o que é? Como fazer isso? Einstein (São Paulo). 2010 janeiro; 8:102-6.
Carneiro JB, Gomes NP, de Almeida LC, Romano CM, Silva AF, Webler N et al. Condições que interferem no cuidado à mulher em situação de violência conjugal. Esc. Anna Nery Rev. Enferm 2021; 25(5): e20210020.
Silva VG, Ribeiro PM. Violência contra a mulher na prática de enfermeiras da atenção primária à saúde. Esc. Anna Nery Rev. Enferm 2020; 24(4):e20190371.
Amarijo CL, Barlem EL, Acosta DF, Marques SC. Assimilação teórica e prática da violência doméstica: profissionais de enfermagem atendendo vítimas na atenção primária. Rev enferm UERJ 2018; 26:e33874.
Silva NNF, Leal SMC, Trentin D, de Oliveira Vargas MA, Vargas CP, Vieira LB. Atuação dos enfermeiros da atenção básica a mulheres em situação de violência. Enfermagem em Foco 2017; 8(3):70-4
Sanchez CA, Fernández CG, Díaz AS. Violencia de género: conocimientos y actitudes de las enfermeras en atención primaria. Atención Primaria 2016; 48(10):623-631.
Visentin F, Becker Vieira L, Trevisan I, Lorenzini E, Franco da Silva E. Enfermagem na atenção primária à mulher em situação de violência de gênero. Invest. educ. enferm 2015; 33(3):556-64.
Magalhães VM, Santos RF, Ramos CV, Feitosa LG, Lago EC, Sousa EK, Almeida CA. Validação de um álbum seriado sobre violência doméstica contra a mulher para enfermeiros da atenção básica. Cogitare enferm. 2020; 25:e62729.
Carneiro JB, Gomes NP, Campos LM, Gomes NP, da Cunha KS., da Rocha Virgens I, Erdmann AL. Contexto da violência conjugal em tempos de Maria da Penha: um estudo em grounded theory. Cogitare enferm. 2019; 24:e59431.
Goicolea I, Marchal B, Hurtig AK, Vives-Cases C, Briones-Vozmediano E, San Sebastián M. Why do certain primary health care teams respond better to intimate partner violence than others? A multiple case study. Gaceta Sanitária 2019; 33(2):169-173.
Santos J, Andrade RL, Reis LA, Duarte SFP. Conhecimento de enfermeiras em unidades de saúde sobre aassistência à mulher vítima da violência. Rev. baiana enferm. 2014; 28(3): 260-70.
de Lima Vale SL, Medeiros CM, de Oliveira Cavalcanti C, dos Santos Junqueira CC, de Souza LC. Repercussões psicoemocionais da violência doméstica: o perfil das mulheres na atenção básica. Rev René 2013; 14(4):683093.
