REVISÃO SISTEMÁTICA SOBRE A RESPOSTA AO TRATAMENTO DA HEPATITE B CRÔNICA E OS DADOS EPIDEMIOLÓGICOS DOS PACIENTES

Autores

  • Abraão dos Santos Souza

DOI:

https://doi.org/10.13102/semic.v0i20.3171

Resumo

A hepatite B (HB) é um problema mundial de saúde, atingindo cerca de dois bilhões de pessoas por todo mundo com aproximadamente 350 milhões de portadores crônicos, principalmente em países em desenvolvimento (Lopes & Schinoni, 2011; Projeto Diretrizes, 2009).
A hepatite B é decorrente da infecção pelo vírus da hepatite B (VHB) da família hepadnaviridae, que tem por preferência infectar as células hepáticas (Lopes & Schinoni, 2011). É uma partícula esférica com invólucro interno e externo e com o DNA viral em seu interior. O invólucro externo é composto por proteínas, glicoproteínas e lipídeos que, alguns destes constituintes fazem parte dos meios de diagnóstico. (Ferreira, 2000; Lopes & Schinoni, 2011).
Dos pacientes com HB, 8 a 10% cronificam em decorrência do escape do vírus às defesas do sistema imune do paciente (Lopes & Schinoni, 2011). Diferente de outras hepatites, ela possui vacina como forma de prevenção, porém, o descaso com as doses a serem tomadas e o inadequado acompanhamento clínico do paciente com a doença em fase inicial propiciam a continuada disseminação do vírus (Ferreira & Silveira, 2004; Projeto Diretrizes, 2009).
Da população brasileira, segundo o Ministério da Saúde (MS), 15% já tiveram contato com o VHB e destes, 1% desenvolvem a doença crônica (Brasil, 2005). De forma silenciosa o vírus vai sendo disseminado por indivíduos que, em maioria assintomáticos, descobrem – se portadores a partir da doação de sangue.
O presente tem como objetivo revisar de forma sistemática a resposta ao tratamento da Hepatite B Crônica e os dados epidemiológicos dos pacientes portadores.

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Publicado

2018-03-23