OS IMPACTOS DA EXPANSÃO URBANA NA IMPERMEABILIZAÇÃO DO SOLO DE FEIRA DE SANTANA

Auteurs

  • Caio Macieira de Almeida Aguilar

DOI :

https://doi.org/10.13102/semic.v0i20.3114

Résumé

Feira de Santana, segunda maior cidade do Estado da Bahia e sexta do interior do país (Wikipedia, 2015), vem sofrendo um acelerado processo de expansão urbana, onde se multiplica os investimentos em edificações de cunho residencial e comercial em diversas regiões da cidade. Apesar de um crescimento ordenado, observa-se que a substituição de pavimentos permeáveis (blocos intertravados, sextavados, etc.) e do solo por pavimentos impermeáveis, tais como concreto e asfalto, e o crescente aumento de edificações tem tornado o solo impermeável, uma vez que a cidade é em grande parte composta por uma topografia plana e carece de um sistema de drenagem que atenda a toda essa transformação urbana.
Temos que o impacto no solo, com o processo de impermeabilização do mesmo, acontece ainda que não esteja propriamente dito pavimentado. Primeiramente, o solo estando exposto com a retirada da vegetação apresenta albedo mais susceptível à concentração de calor do que quando coberto pela vegetação. Segundo porque em se tratando, por exemplo, de solos argilosos a infiltração de água é mínima (SANTOS, 2008).
Quando se tratando de uma cidade predominantemente plana, um desafio aos projetos e obras de infraestrutura de saneamento urbano e com uma população que cresce constantemente em meio a imigrações promovidas por investimentos na região nas áreas de educação, comércio e indústria, situa-se Feira de Santana em meio à problemática da impermeabilização do solo.

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Publiée

2018-03-23