INDUSTRIALIZAÇÃO EM FEIRA DE SANTANA-BA (2002-2010): PLANEJAMENTO TERRITORIAL E NEODESENVOLVIMENTISMO.

Auteurs

  • Hidelbergue Machado Santos

DOI :

https://doi.org/10.13102/semic.v0i20.3196

Résumé

Desde o advento da Revolução Industrial na Europa, a industrialização tornou-se um modelo desejado por diversos países. A indústria, como agente de progresso e superação do atraso, disseminou-se globalmente como uma verdade quase que inquestionável. O processo de industrialização foi moldando-se de acordo com o mercado, passando por diversas formas de organização do trabalho e da produção, o fordismo, taylorismo, acumulação flexível etc., sempre encontrando no sistema capital um meio de manter-se como significante setor produtor de riquezas.
No Brasil, isso não aconteceu de maneira tão diferente, salvo a periodicidade, pois o cenário industrial brasileiro da modernização se deu tardiamente, isso em relação a alguns países centrais, tido como desenvolvidos, tais como Inglaterra e Alemanha, processo de modernização que Becker e Egler (1998) consideram como conservadora.
Dessa forma, este artigo tem como cerne investigar quais foram as mudanças que ocorreram no processo de industrialização em Feira de Santana, no contexto do planejamento territorial entre 2002 a 2010. Portanto, tem como referências as políticas implementadas pelo governo do Partido dos Trabalhadores (PT), na busca por evidenciar as contradições pautadas no projeto geopolítico do Estado, em relação ao planejamento regional, materializado em Feira de Santana-Ba, concebidas por Alves (2014) como um neodesenvolvimentismo.

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Publiée

2018-03-23

Numéro

Rubrique

Ciências Sociais, Humanas e Filosofia