EFEITO DA DEFICIÊNCIA DE ÁGUA NA ANATOMIA FOLIAR DE CULTIVARES DE MANDIOCA Manihot esculenta Crantz. |- DENSIDADE ESTOMÁTICA.
DOI:
https://doi.org/10.13102/sitientibus.vi10.10205Abstract
Este trabalho considera a avaliação de quatro cultivares de mandioca (Manihot esculenta Crantz) submetidas, ou não, a um período de estresse hídrico. O ensaio foi instalado no Centro Nacional de Pesquisas de Mandioca e Fruticultura EMBRAPA/CNPMF), em Cruz das Almas - Bahia, de setembro de 1988 a janeiro de 1989. O estudo da densidade estomática foi realizado em lâminas de microscopia ótica contendo impressões das epidermes foliares. A quantificação dos dados foi feita com o
uso da ocular micrométrica calibrada com a lâmina micrométrica objetiva, os dados Foram submetidos a tratamento estatístico e às médias comparadas pelo teste de Tukey. Foram detectadas diferenças entre e dentre cultivares significativamente para a densidade estomática, concluindo-se que o cultivar Guamanara (BGM 054) mostrou-se mais sensível, adaptando-se à situação de estresse hídrico e mostrando melhor capacidade de recuperação, no período de reidratação que os demais cultivares. As características anatômicas da mandioca revelam que essa espécie é naturalmente resistente à deficiência hídrica no solo.
