Pois para que (ainda) servem os poetas em tempos de indigência? Poetas em tempos de indigência

Autores

  • Jacqueline Moreira Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
  • Carlos Roberto Drawin Faculdade Jesuíta - FAJE
  • Ana Drawin

DOI:

https://doi.org/10.13102/cl.v25i2.10285

Palavras-chave:

Escrita Poética, Psicanálise, Filosofia, Trauma.

Resumo

Provocados pela pergunta: como se lê às vésperas do fim do mundo? Escolhemos, primeiro, produzir, um recorte de definição sobre a ideia de fim do mundo. Optamos por pensar o tema sempre sob a premissa da movimentação constante entre o singular e o coletivo. A escrita poética se apresentou como meio de transmissão da experiência de fim do mundo. Reafirmarmos não apenas a existência factual da poesia, mas sua necessidade existencial em tempos de indigências. Para lastrear tal reafirmação recorremos a algumas considerações filosóficas e psicanalíticas e as ilustramos com alguns exemplos de poemas, a saber, Autotomia de Szymborska, Sou Negro de Solano Trindade, Lazeado de André Capilé e A Porca de Adelaide Ivánova.

 

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Biografia do Autor

Jacqueline Moreira, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

Professora de Pós-Graduação em Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Doutora em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Mestre em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Psicanalista. Bolsista produtividade CNPq PQ 1D. Membroa da Câmera de Ciências Humanas da FAPEMIG. E-mail: jackdrawin@yahoo.com.br. Orcid: 

Carlos Roberto Drawin, Faculdade Jesuíta - FAJE

Professor titular na Faculdade de Filosofia e Teologia Jesuíta (FAJE). Professor aposentado do departamento de Filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Doutor e mestre em Filosofia pela UFMG.

Ana Drawin

Mestre em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Bolsista CNPq. Graduada em Letras pela UFMG.

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Publicado

2024-12-30

Como Citar

Moreira, J., Drawin, C. R., & Drawin, A. (2024). Pois para que (ainda) servem os poetas em tempos de indigência? Poetas em tempos de indigência . A Cor Das Letras, 25(2). https://doi.org/10.13102/cl.v25i2.10285