Quando as ovelhas velhas pastam no oriente: espaços intersemióticos entre Caio Fernando Abreu e o I Ching: O Livro das Mutaçõe

Autores

  • Anselmo Peres Alós

DOI:

https://doi.org/10.13102/cl.v5i1.1706

Resumo

A proposta do presente estudo é a de desenvolver uma leitura intersemiótica da obra Ovelhas Negras, do escritor gaúcho Caio Fernando Abreu (1995), fazendo emergir da superfície textual seu hipotexto oriental. Se a linguagem poética sempre é ao menos dupla, interagindo com o corpus de textos a ela contemporâneos ou antecessores, em Caio Fernando Abreu o diálogo que estabelece a ambivalência semiótica de seus contos remonta ao I Ching, obra clássica chinesa que se configura como expoente de duas importantes correntes filosóficas orientais: o taoísmo e o confuncionismo.

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Referências

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Publicado

2017-05-10

Como Citar

Alós, A. P. (2017). Quando as ovelhas velhas pastam no oriente: espaços intersemióticos entre Caio Fernando Abreu e o I Ching: O Livro das Mutaçõe. A Cor Das Letras, 5(1), 183–199. https://doi.org/10.13102/cl.v5i1.1706