Deus, marido, patrão e colono: uma estética para a sublevação

Autores

  • Ana Bárbara Martins Pedrosa

DOI:

https://doi.org/10.13102/cl.v19i1.2103

Resumo

Partindo do livro Novas Cartas Portuguesas (1972), de Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa, em que o elemento feminino desafia os valores patriarcais da ditadura salazarista, pretende-se mostrar as similaridades entre colonialismo e exploração de género, tendo como pano de fundo a ditadura em Portugal. A obra incita e denuncia as opressões não só ao nível do género, mas também ao nível de todas as classes oprimidas, incluindo as opressões decorrentes durante a guerra colonial, tema tabu durante o regime ditatorial. Iremos assim mostrar de que forma esta obra, que motivou o primeiro caso feminista internacional, é um convite não à sublevação de género, mas à de todas as classes oprimidas.

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Biografia do Autor

Ana Bárbara Martins Pedrosa

Doutorada em Ciências Humanas, mestre em Estudos Portugueses, pós-graduada em Linguística, licenciada em Línguas Aplicadas

Referências

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Documentos audiovisuais

The Greatest Silence: Rape in the Congo. Dirigido por Lisa F. JACKSON. HBO Films, 2007. 76 minutos.

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Publicado

2018-11-26

Como Citar

Pedrosa, A. B. M. (2018). Deus, marido, patrão e colono: uma estética para a sublevação. A Cor Das Letras, 19(1), 36–46. https://doi.org/10.13102/cl.v19i1.2103