EDGAR ALLAN POE: UM POETA AUTOSSIMBÓLICO.

Autores

  • Sarug Dagir Ribeiro Universidade Federal de Minas Gerais
  • Fábio Roberto Rodrigues Belo UFMG

DOI:

https://doi.org/10.13102/cl.v20i3.4644

Resumo

Por meio da análise de trechos de alguns contos e do exame da psicobiografia de Poe, aquela realizada pela psicanalista francesa Marie Bonaparte, constatar-se-á que os mecanismos que presidem a transformação dos pensamentos do poeta americano em imagens são semelhantes aos mecanismos de formação dos sonhos. Assim, a criação literária de Poe revela sob o modo fictício a satisfação dos seus desejos infantis, arcaicos e inconscientes. Essa trajetória abre caminho para se pensar tanto no caráter imagético dos seus textos ficcionais como também circunscreve a sua psicobiografia como um estudo que abre caminho para se pensar o estatuto do inconsciente no transvasamento do conteúdo de um pensamento em imagens visuais no trabalho de elaboração literária.  

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Biografia do Autor

Sarug Dagir Ribeiro, Universidade Federal de Minas Gerais

Doutoranda em Psicologia pelo PPG-PSI da UFMG, Mestra em Letras / Estudos Literários pelo Pós-Lit/UFMG, Psicanalista.

Fábio Roberto Rodrigues Belo, UFMG

Doutor em Literatura Comaprada e professor de Psicanálise no Departamento de Psicologia da UFMG

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Publicado

2019-01-31

Como Citar

Ribeiro, S. D., & Belo, F. R. R. (2019). EDGAR ALLAN POE: UM POETA AUTOSSIMBÓLICO. A Cor Das Letras, 20(3), 203–215. https://doi.org/10.13102/cl.v20i3.4644

Edição

Seção

Artigos em Fluxo Contínuo