Sambando na cara da sociedade: um estudo sobre as atitudes linguísticas no contexto do samba chula de São Braz

Autores

  • DAISY CORDEIRO DOS SANTOS UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA
  • Lucia Maria de Jesus Parcero UNEB

DOI:

https://doi.org/10.13102/cl.v20i1.4741

Resumo

Este artigo tem por objetivo observar e descrever as atitudes linguísticas das sambadeiras e dos sambadores do grupo Samba Chula de São Braz. O grupo foi criado oficialmente em 1995 no quilombo de São Braz, locus da pesquisa, comunidade que fica a cerca de 7 quilômetros do centro de Santo Amaro, na Bahia. A metodologia empregada é descritiva e segue os pressupostos da Sociolinguística Interacional. De acordo com os resultados obtidos, os sambadores e sambadeiras demonstram atitude positiva em relação à própria fala e à da comunidade e têm percepção das variedades linguísticas.

 

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Biografia do Autor

DAISY CORDEIRO DOS SANTOS, UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA

Mestranda pelo Programa de Pós-Graduação em Estudo de Linguagens (PPGEL) da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior/Demanda Social (CAPES/DS).  Graduada em Letras com habilitação em Língua Portuguesa e Literaturas pela UNEB. Tem foco na área da Sociolinguística Interacional.

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Publicado

2020-05-27

Como Citar

CORDEIRO DOS SANTOS, D., & Parcero, L. M. de J. (2020). Sambando na cara da sociedade: um estudo sobre as atitudes linguísticas no contexto do samba chula de São Braz. A Cor Das Letras, 20(1), 276–291. https://doi.org/10.13102/cl.v20i1.4741