O poder dos museus:

reinvenção e formação de acervos

Autores

  • Priscila Maria de Jesus Universidade Federal de Pernambuco / Universidade Federal de Sergipe
  • Debora Maria Silva Santos Universidade Federal de Sergipe

DOI:

https://doi.org/10.13102/barh.v1i2.10174

Palavras-chave:

Museu, Informação, comunicação, Inovação

Resumo

Ao refletir sobre o papel dos museus é possível associá-lo como um agente da comunicação e informação, bem como sua capacidade de reinvenção e adaptação ao longo dos séculos. O presente trabalho objetiva analisar a historicidade dos museus entendendo-os como um reflexo do seu tempo e que proporciona um espaço para a discussão de questões ligadas ao bem-estar social. Por metodologia utilizou-se a qualitativa, para a interpretação do fenômeno e o levantamento bibliográfico em periódicos e sites institucionais. O tema reflete questões levantadas em documentos como a Mesa Redonda de Santiago do Chile e a Carta de Caracas, nos quais os espaços museais e seus profissionais, que permite a discussão em três eixos: o ambiental, o tecnológico e o educativo.

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Biografia do Autor

Debora Maria Silva Santos, Universidade Federal de Sergipe

Graduanda em Museologia pela Universidade Federal de Sergipe. Fez parte do apoio pedagógico do curso de Museologia/UFS no ano de 2019/2020, participou do projeto de extensão "Estudo da viabilidade da criação do museu de Maruim", foi curadora da exposição "As nuances das manifestações culturais Sergipanas".

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Publicado

2024-01-02

Como Citar

Jesus, P. M. de, & Santos, D. M. S. (2024). O poder dos museus:: reinvenção e formação de acervos. Baraúnas: Revista De História, 1(2), 5–20. https://doi.org/10.13102/barh.v1i2.10174