A ORIGEM E OS SIGNIFICADOS DO KITSCH
DIÁLOGO COM AS CONTRIBUIÇÕES BRASILEIRAS
DOI:
https://doi.org/10.13102/ideac.v1i52.11532Palavras-chave:
Kitsch, Camp, Popular, Arte, Mau gosto, Imitação.Resumo
O artigo tem o objetivo de recuperar a origem do conceito Kitsch e sua evolução no tempo por meio da articulação de Karpfen (2017), Benjamin (1985), Greenberg (1986), Sontag (1964), Moles (2012), Eco (1998), Kulka (2011) e Morin (2015). Busca a compreensão da expansão do conceito no Brasil, apresentando o diálogo entre Rosenfeld (1987), Campos (1969), Pignatari (2002) e Souza (2019), sublinhando os pontos de contato com a perspectiva europeia e americana, que são muitos, e as singularidades brasileiras debatidas por esses autores, que são poucas. Conclui-se que há o predomínio da compreensão do kitsch em sua perspectiva original europeia e que os avanços estão indiciados no entendimento da contribuição sobre kitsch na expansão dos repertórios (Pignatari, 2002 e Campos, 1969) e como uma certa resposta às lutas das classes sociais, em Souza (2019). Tais considerações nos apontam para a necessidade de ampliar e aprofundar o entendimento do kitsch no Brasil, tanto pela exuberância das relações que mantemos com a cultura material e pela diversidade de gostos de uma população grande em processo sucessivos de imigrações, quanto pelas novas dinâmicas impostas pela sociedade atual no contexto da ambiência digital e das lógicas algorítmicas.
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Referências
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