A CAIXA PRETA, O MUNDO CODIFICADO, E A IDOLATRIA DA IMAGEM NA ERA VIRTUAL

Autores

  • Adriano França Universidade de Caxias do Sul
  • André Brayner Universidade de Caxias do Sul

DOI:

https://doi.org/10.13102/ideac.v1i53.12366

Palavras-chave:

Caixa preta; Mundo codificado, Idolatria da imagem, Tecnologias digitais, Filosofia da Tecnologia, Vilém Flusser.

Resumo

Este artigo analisa as teorias de Vilém Flusser à luz da contemporaneidade digital, enfatizando os conceitos de Caixa Preta, Mundo Codificado e a idolatria da imagem. Argumenta-se que os aparelhos tecnológicos não são meras ferramentas, mas mediadores da realidade que condicionam comportamentos e reconfiguram experiências humanas, promovendo formas sofisticadas de alienação. A partir da leitura flusseriana, demonstra-se que a liberdade no mundo digital depende da capacidade crítica de compreender e questionar os códigos que estruturam nossa vida tecnológica. O estudo evidencia a urgência de uma reflexão filosófica sobre o impacto das tecnologias na cultura, na percepção e na autonomia do sujeito contemporâneo.

Palavras-chave: Caixa Preta; Mundo Codificado; Idolatria da Imagem; Tecnologias Digitais; Filosofia da

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Biografia do Autor

André Brayner, Universidade de Caxias do Sul

Possui graduação em Oceanologia pela Universidade Federal do Rio Grande (1999), mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2001) e doutorado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2006). Atualmente é professor do Programa de Pós-graduação em Filosofia da Universidade de Caxias do Sul, atuando principalmente com os seguintes temas: ética, estética, biopolítica, hospitalidade, alteridade, desconstrução, pós-história, ética ambiental, filosofia da natureza, filosofia da ecologia

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Publicado

2026-06-15