Avaliação sazonal e circadiana do teor, composição química e atividade antioxidante de óleos essenciais de Lippia Insignis.

Autores

  • Byanka Silva Sena

DOI:

https://doi.org/10.13102/semic.v0i20.3169

Resumo

A espécie Lippia insignis é uma espécie nativa e endêmica do Brasil, com distribuição geográfica na região Nordeste, no estado da Bahia, ocorrendo no domínio fitogeográfico da caatinga (SALIMENA; MULGURA, 2015). Segundo Biasi & Deshamps (2009), o aroma presente na espécie é decorrente da presença de óleos essenciais, que são compostos por substâncias voláteis oriundas do metabolismo secundário, pertencentes a classes dos monoterpenos, sesquiterpenos e fenilpropanóides.
Embora sua produção nos vegetais possa ser determinada geneticamente, outros fatores acarretam alterações na produção dos metabólitos secundários, sobretudo quantitativamente. Estímulos decorrentes do ambiente no qual a planta se encontra podem redirecionar a rota metabólica, ocasionando a biossíntese de diferentes compostos (MORAIS, 2009).
Estudos recentes em nosso grupo de pesquisa, com o propósito de domesticação da espécie (BISPO, 2015), sugeriram que a composição química do seu óleo essencial pode variar em função da época de coleta, e indicaram seu potencial antioxidante e antimicrobiano frente a patógenos do sisal e do cacau (OLIVEIRA, 2014). Desta forma este plano de trabalho tem o objetivo de avaliar a composição química e a atividade antioxidante do óleo essencial desta espécie em cultivo, em função de variações sazonais e circadianas, visando estabelecer as condições mais adequadas para coleta.

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Publicado

2018-03-23

Edição

Seção

Ciências Exatas e da Terra