Flora da Bahia: Leguminosae – Centrosema (Papilionoideae: Phaseoleae)
DOI:
https://doi.org/10.13102/scb5280Resumo
É apresentado o tratamento taxonômico do gênero Centrosema (Leguminosae) para o estado da Bahia, Brasil. São reconhecidas 15 espécies, o que representa 50% das espécies de Centrosema registradas no Brasil. O tratamento inclui chaves de identificação, descrições, ilustrações, comentários gerais e mapas de distribuição geográfica das espécies na Bahia.Downloads
Referências
Amshoff, G.J.H. 1939. On the South American Papilionaceae. Mededeelingen van het Botanisch Museum en Herbarium van de Rijks Universiteit Utrecht 52: 1-78.
Aymard, G.A.; Cuello, N.L.; Berry, P.E.; Rudd, V.E.; Cowan, R.S.; Fantz, P.R.; Maxwell, R.H.; Stirton, C.H.; Poppendieck, H.; Lima, H.C.; Fortunato, R.H.; Stergios, B.; Enrich, N.X.; Neill, D.A.; Pennington, R.T. & Gil, C. 1999. Fabaceae. In: P.E. Berry, K. Yatskievych & B.K. Holst (eds), Flora of the Venezuelan Guayana. Vol. 5. Eriocaulaceae-Lentibulariaceae. Missouri Botanical Garden, Saint Louis, p. 231-433.
Barbosa-Fevereiro, V.P.B. 1977. Centrosema (A.P. de Candolle) Bentham do Brasil-Leguminosae-Faboideae. Rodriguésia 29: 159-203.
Bentham, G. 1837. Clitoria. In: G. Bentham (ed.), Commentationes de Leguminosarum Generibus. Typis J.B.Sollingeri, Vindobonae, p. 50-51.
BFG - The Brazil Flora Group. 2015. Growing knowledge: an overview of seed plant diversity in Brazil. Rodriguésia 66: 1085-1113.
Cronquist, A. 1981. An Integrated System of Classification of Flowering Plants. Columbia University Press, New York.
Duno de Stefano, R.; Fantz, P.R. & Fernández-Concha, G.C. 2008 Centrosema and Clitoria (Leguminosae: Papilionoideae: Phaseoleae: Clitoriinae) in the Mexican Yucatán Peninsula, including three lectotypifications. Vulpia 7: 1-15.
Flora do Brasil 2020, em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: < http://floradobrasil.jbrj.gov.br/ >. Acesso em: 7 nov. 2020.
Lackey, J. 1981. Tribe Phaseoleae. In: R.M. Polhill & P.H. Raven (eds), Advances in Legume Systematics, Part 1. Royal Botanic Gardens, Kew, p. 301-327
LPWG - Legume Phylogeny Working Group. 2017. A new subfamily classification of the Leguminosae based on a taxonomically comprehensive phylogeny. Taxon 66: 44-77.
Queiroz, L.P. 2009. Leguminosas da Caatinga. Editora Universitária UEFS, Feira de Santana.
Schultze-Kraft, R.; Williams, R.J. & Coradin, L. 1990. Biogeografia de Centrosema. In: R. Schultze-Kraft & R.J. Clements (eds), Centrosema: Biology, Agronomy, and Utilization. Publicación CIAT 208. Centro Internacional de Agricultura Tropical, Cali, p. 29-76.
Schrire, B.D. 2005. Tribe Phaseoleae. In: G.P. Lewis, B. Schrire, B. Mackinder & M. Lock (eds), Legumes of the World. Royal Botanic Gardens, Kew, p. 393-431.
Souza, V.C. 2019. Centrosema. In: Lista de Espécies da Flora do Brasil. Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em http://floradobrasil.jbrj.gov.br/jabot/floradobrasil; acesso em 25 maio 2019.
Williams, R.J. & Clements, R.J. 1990. Taxonomy of Centrosema. In: R. Schultze-Kraft & R.J. Clements (eds), Centrosema: Biology, Agronomy, and Utilization. Publicación CIAT 208. Centro Internacional de Agricultura Tropical, Cali, p. 1-27.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).