Flora da Bahia: Winteraceae
DOI:
https://doi.org/10.13102/scb1121Resumo
É apresentado o tratamento taxonômico de Winteraceae da Bahia, Brasil. Drimys brasiliensis foi a única espécie reconhecida no estado. A Flora conta com descrições, ilustrações, comentários e um mapa de distribuição geográfica da espécie na Bahia.Downloads
Referências
APG IV 2016. An update of the Angiosperm Phylogeny Group classification for the orders and families of flowering plants: APG IV. Botanical Journal of the Linnean Society 181: 1–20. http://dx.doi.org/10.1111/boj.12385
BFG [The Brazil Flora Group] 2015. Growing knowledge: an overview of Seed Plant diversity in Brazil. Rodriguésia 66: 1085–1113.
Doust, A.N. & Drinnan, A.N. 2004. Floral development and molecular phylogeny support the generic status of Tasmannia (Winteraceae). American Journal of Botany 91: 321–331. http://dx.doi.org/10.3732/ajb.91.3.321
Ehrendorfer, F.; Silberbauer-Gottsberger, I. & Gottsberger, G. 1979. Variation on the population, racial, and species level in the primitive relic Angiosperm genus Drimys (Winteraceae) in South American. Plant Systematics and Evolution 132: 53–83. http://dx.doi.org/10.1007/BF00983084
França, G.S. & Stehmann, J.R. 2004. Composição florística e estrutura do componente arbóreo de uma floresta altimontana no município de Camanducaia, Minas Gerais, Brasil. Revista brasileira de Botânica 27: 19–30. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-84042004000100003
Hertzog, A.; Pellegrini, M.O.O. & Santos-Silva, F. 2016. Winteraceae do Rio Grande do Sul, Brasil. Rodriguésia 67: 251–260. http://dx.doi.org/10.1590/2175-7860201667113
Mello-Silva, R. 2015. Winteraceae. In: Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em http://floradobrasil.jbrj.gov.br/jabot/floradobrasil/FB251>. Acesso em 18 jan. 2016.
Nascimento, F.H.F.; Giulietti, A.M. & Queiroz, L.P. 2010. Diversidade arbórea das florestas alto montanas no sul da Chapada Diamantina, Bahia, Brasil. Acta Botanica Brasilica 24: 674–685. http://dx.doi.org/10.1590/S0102-33062010000300011
Oliveira-Filho, A.T. & Fontes, M.A.L. 2000. Patterns of floristic differentiation among Atlantic forests in southeastern Brazil and the influence of climate. Biotropica 32: 793–810. http://dx.doi.org/10.1111/j.1744-7429.2000.tb00619.x
Poole, I. & Francis, J.E. 2000. The first record of fossil wood of Winteraceae from the Upper Cretaceous of Antarctica. Annals of Botany 85: 307–3015. http://dx.doi.org/10.1006/anbo.1999.1049
Simões, O.M.O.; Mentz, L.A.; Schenkel, E.P.; Irgang, B.E. & Stehmann, J.R. 1986. Plantas da Medicina Popular do Rio Grande do Sul. Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.
Trinta, E.F. & Santos, E. 1997. Flora Ilustrada Catarinense: Winteráceas. Herbário Barbosa Rodrigues, Itajaí.
Vink, W. 1977. The Winteraceae of the Old World II. Zygogynum—morphology and taxonomy. Blumea 23: 219–250.
Vink, W. 1985. The Winteraceae of the Old World V. Exospermum links Bubbia to Zygogynum. Blumea 31: 39–55.
Vink, W. 1993. Winteraceae. In: K. Kubitzki, J.G. Rohwer & V. Bittrich (eds), The Families and Genera of Vascular Plantas. Flowering plants. Dicotyledons – magnoliid, hamamelid and caryophyllid families. Vol. 2. Springer-Verlag, Berlin, p. 630-638. http://dx.doi.org/10.1007/978-3-662-02899-5_77
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).