Os insetos nos textos de instruções das “viagens filosóficas” no século XVIII

Autores

  • Argus Vasconcelos de Almeida Departamento de Biologia da UFRPE, Rua D. Manoel de Medeiros, s/n, Dois Irmãos, 52171-900, Recife, Pernambuco.
  • Auristela Correia de Albuquerque Departamento de Biologia da UFRPE, Rua D. Manoel de Medeiros, s/n, Dois Irmãos, 52171-900, Recife, Pernambuco.
  • Marco Aurélio Paes de Oliveira Pós-graduação em Entomologia Agrícola, Departamento de Biologia da UFRPE, Rua D. Manoel de Medeiros, s/n, Dois Irmãos, 52171-900, Recife, Pernambuco.

DOI:

https://doi.org/10.13102/scb7977

Resumo

O objetivo do presente trabalho é analisar os conceitos sobre os insetos presentes nos textos de instrução para as “viagens filosóficas”. Através de uma revisão da literatura histórica referente às instruções para as chamadas “viagens filosóficas” empreendidas no século XVIII nas colônias do império português, foi possível identificar uma compreensão sobre a Classe Insecta em termos de biologia, sistemática, morfologia externa e métodos de coleta e preparação para coleções organizadas na época. Também é possível constatar a evolução do conceito sobre os insetos que de “seres imperfeitos” passaram a ser considerados como “ministros da Natureza”. As instruções tiveram aplicações em diversas regiões do Brasil. No Nordeste, destaca-se a figura do naturalista Manoel Arruda da Câmara, discípulo de Vandelli, que realizou diversas excursões científicas na região, onde observou, coletou e desenhou diversos grupos de insetos.

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Publicado

2010-12-31

Como Citar

Almeida, A. V. de, Albuquerque, A. C. de, & Oliveira, M. A. P. de. (2010). Os insetos nos textos de instruções das “viagens filosóficas” no século XVIII. SITIENTIBUS Série Ciências Biológicas, 10(2), 299–305. https://doi.org/10.13102/scb7977

Edição

Seção

Notas