Estimativa de área foliar através de método não-destrutivo em Coccoloba rosea Meisn. e Coccoloba ramosissima Wedd. (Polygonaceae)

Autores

  • Kátia Rose Silva Mariano Universidade Estadual de Feira de Santana, Departamento de Ciências Biológicas, BR 16, Km 03, 44031-460, Feira de Santana, Bahia, Brasil.
  • Solange Maria Costa Amorim Universidade Estadual de Feira de Santana, Departamento de Ciências Biológicas, BR 16, Km 03, 44031-460, Feira de Santana, Bahia, Brasil.
  • Carlos Alberto Santiago Mariano Júnior Faculdade de Tecnologia e Ciências, Rua Artêmia Pires Freitas, s/n, SIM, 44100-000, Feira de Santana, Bahia, Brasil.
  • Kilma Kelly Almeida Silva Universidade Estadual da Bahia, Av. Edgard Chastinet Guimarães, s/n, 48905-680, Juazeiro, Bahia, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.13102/scb7985

Resumo

O presente estudo teve como objetivo estabelecer uma equação matemática baseada nas relações entre a área foliar real e as medidas lineares do limbo, comprimento e largura, para estimar a área foliar de Coccoloba rosea e C. ramosissima (Polygonaceae). De cada espécie, foram coletadas aleatoriamente 50 folhas de dez indivíduos diferentes. Foram registradas as medidas de maior comprimento e largura do limbo. Em seguida, a área foliar individual foi lida com um medidor de área foliar e então foram aplicadas as seguintes análises de regressão: linear simples, geométrica, exponencial, polinomial e logarítmica. Os critérios utilizados para a seleção da melhor equação foram maior coeficiente de determinação (R2), maior coesão dos pontos e maior praticidade. As equações que se mostraram mais adequadas para a estimativa da área foliar de C. rosea e C. ramosissima foram y=0,7705CL (R2=0,98) e y=0,7416CL (R2=0,91), respectivamente.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

Assumpção J & MT Nascimento. 2000. Estrutura e composição florística de quatro formações vegetais de restinga no complexo lagunar Grussaí/Iquipari, São João da Barra, RJ, Brasil. Acta Bot. Bras. 14(3): 301-315.

Benincasa MMP. 2003. Análise de crescimento de plantas (noções básicas). 2ª ed. Jaboticabal: FUNEP.

Bianco S, RA Pitelli & LB Carvalho. 2002. Estimativa da área foliar de Cissampelos glaberrima L. usando dimensões lineares do limbo foliar. Planta Daninha 21(2): 257-261.

Bianco S, RA Pitelli & LB Carvalho. 2004. Estimativa da área foliar de Tridax Procumbens usando dimensões lineares do limbo foliar. Planta Daninha 22(2): 247-250.

Chirinos DT, L Chirinos-Torres, F Geraud-Pouey, O Castejón, RE Fernández, JÁ Vergara, LE Mármol, D Chirinos-Torres. 1997. Modelos para estimar el área foliar de melón híbrido Durango. Rev. Fac. Agron. (LUZ) 14: 163-171.

Coelho Filho MA, LR Angelocci, MRB Vasconcelos & EF Coelho. 2005. Estimativa da área foliar de plantas de Lima ácida ‘Tahiti’ usando métodos não-destrutivos. Rev. Bras. Frutic. 27(1): 163-167.

Da Fonseca CEL & RCC Condé. 1994. Estimativa da Área Foliar em mudas de Mangabeira (Hancornia speciosa Gom.). Pesq. Agrop. Bras. 29(4): 593-599.

Gamiely S, WN Randle, HA Milis & DA Smittle. 1991. A rapid and nondestructive method for estimating leaf area of onions. HortScience 26: 206-207.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2002. Mapa de climas do Brasil. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/default _prod.shtm#MAPAS>. Acesso em 10 de mar. 2008.

Instituto Nacional de Meteorologia. 2004. Normais climatológicas. Série 1961/1990.

Kandiannan K, C Kailasam, KK Chandaragiri & N Sankaran. 2002. Allometric model for leaf area estimation in black pepper (Peper nigrum L.). Journal of Agronomy and Crop Science 188: 138-140.

Lakitan B. 1989. Empirical model for estimating leaf area in bean (Phaseolus vulgaris L.). Annual Report of the Bean Improvement Cooperative 32: 19-21.

Marshall JK. 1968. Methods of leaf area measurement of large and small leaf samples. Photosynthetica 2: 41-47.

Melo E. 2003. Revisão das espécies do gênero Coccoloba P. Browne nom. cons. (Polygonaceae) do Brasil. Tese (Doutorado) - Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo, São Paulo.

Mielke MS, A Hoffmann, L Endres & JC Fachinello. 1995. Comparação de métodos de laboratório e de campo para a estimativa da área foliar em fruteiras silvestres. Sci. Agric. 52(1): 82-88.

Nesmith DS. 1992. Estimating summer squash leaf area nondestructively. HortSience 27: 77.

Pinto ACR, T de JD Rodrigues, JC Barbosa & IC Leite. 2004. Leaf area prediction models for Zinnia haageana Regel and ‘profusion cherry’. Scientia Agricola 61(1): 47-52.

Queiroga JL, EDU Romano, JRP Souza & E Miglioranza. 2003. Estimativa da área foliar do feijão-vagem (Phaseolus vulgaris L.) por meio da largura máxima do folíolo central. Hortic. Bras. 21(1): 64-68.

Reis GG & MW Muller. 1978. Análise de crescimento de plantas na mensuração do crescimento. Belém: CPATU.

Tavares-Júnior JE, JL Favarin, D Dourado-Neto, AHN Maia, LC Fazuoli & MS Bernardes. 2002. Análise comparativa de métodos de estimativa de área foliar em cafeeiro. Bragantia 61(2): 199-203.

Tofoli GR, S Bianco & MCMD Pavani. 1998b. Estimativa da área foliar de Solanum americanum Milll. Planta Daninha 16(2): 149-152.

Williams III L & TE Martinson. 2003. Nondestructive leaf area estimation of ‘Niagara’ and ‘De Chaunac’ grapevines. Scientia Horticulturae 1913: 1-6.

Downloads

Publicado

2009-06-01

Como Citar

Mariano, K. R. S., Amorim, S. M. C., Mariano Júnior, C. A. S., & Silva, K. K. A. (2009). Estimativa de área foliar através de método não-destrutivo em Coccoloba rosea Meisn. e Coccoloba ramosissima Wedd. (Polygonaceae). ITIENTIBUS Série iências Biológicas, 9(1), 19–23. https://doi.org/10.13102/scb7985

Edição

Seção

Artigos