Heterogeneidade espacial e diversidade de abelhas Meliponini na Mata Atlântica (RPPN da Michelin, Bahia)

Autores

  • Marília Dantas e Silva Ecologia e Biomonitoramento IBIO/UFBA, Laboratório de Ecologia da Polinização-ECOPOL/IBIO-UFBA, Rua Barão de Jeremoabo, s/n, Campus Universitário de Ondina, 40.170-115, Salvador-Bahia, Brasil.
  • Mauro Ramalho Departamento de Botânica, IBIO/UFBA, Bahia, Brasil.
  • Ciro Tavares Florence Laboratório de Ecologia da Polinização, -ECOPOL/IBIO-UFBA, Rua Barão de Jeremoabo, s/n, Campus Universitário de Ondina, 40.170-115, Salvador-Bahia, Brasil.
  • Paulo César Gouvêa Leão Laboratório de Ecologia da Polinização, -ECOPOL/IBIO-UFBA, Rua Barão de Jeremoabo, s/n, Campus Universitário de Ondina, 40.170-115, Salvador-Bahia, Brasil.
  • João Paulo Loyola Oliveira Ecologia e Biomonitoramento IBIO-UFBA, Rua Barão de Jeremoabo, s/n, Campus Universitário de Ondina, 40.170-115, Salvador-Bahia, Brasil.
  • Daniela Monteiro Ecologia e Biomonitoramento IBIO-UFBA,, Rua Barão de Jeremoabo, s/n, Campus Universitário de Ondina, 40.170-115, Salvador-Bahia, Brasil.
  • Jaqueline Figueredo Rosa Ecologia e Biomonitoramento IBIO-UFBA, Rua Barão de Jeremoabo, s/n, Campus Universitário de Ondina, 40.170-115, Salvador-Bahia, Brasil.
  • Marli Emília Almeida Laboratório de Ecologia da Polinização-ECOPOL/IBIO-UFBA, Rua Barão de Jeremoabo, s/n, Campus Universitário de Ondina, 40.170-115, Salvador-Bahia, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.13102/scb8027

Resumo

Freqüentemente, as abelhas sem ferrão ou meliponíneos (Apidae, Hymenoptera) constituem o grupo mais numeroso de visitantes florais nas florestas tropicais, como a Mata Atlântica (MA). Na MA, a fauna de meliponíneos apresenta variações na diversidade em escala espacial local, provavelmente, associadas às diferenças espaciais na estrutura da vegetação ou na qualidade dos hábitats. Neste estudo, foram realizadas amostras simultâneas, com iscas de mel, em áreas contíguas de floresta em dois estágios de regeneração: intermediário e avançado. A diversidade (H’) foi similar nos dois estágios, porém, observou-se variação na riqueza e maior número de espécies abundantes (ou dominantes) no estágio intermediário de regeneração da floresta. A resposta à heterogeneidade também se expressou na estratificação de forrageio, com maior número de indivíduos atraídos para iscas de mel no estrato superior. Entretanto, poucas espécies parecem ter preferências específicas de forrageio por um ou outro estrato.

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Referências

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Publicado

2008-12-31

Como Citar

Dantas e Silva, M., Ramalho, M., Florence, C. T., Leão, P. C. G., Oliveira, J. P. L., Monteiro, D., Rosa, J. F., & Almeida, M. E. (2008). Heterogeneidade espacial e diversidade de abelhas Meliponini na Mata Atlântica (RPPN da Michelin, Bahia). SITIENTIBUS Série Ciências Biológicas, 8(3/4), 298–301. https://doi.org/10.13102/scb8027

Edição

Seção

Artigos