Estratificação da atividade de coleta de essência por abelhas Euglossina em um remanescente de Mata Atlântica na Reserva da Michelin, Bahia, Brasil

Autores

  • Jaqueline Figuerêdo Rosa Programa de Ecologia e Biomonitoramento da Universidade Federal da Bahia, Rua Barão de Jeremoabo, s/n - Campus Universitário de Ondina, 40170-115, Salvador, Bahia, Brasil.
  • João Paulo Loyola de Oliveira boratório da Ecologia da Polinização/ECOPOL, Programa de Ecologia e Biomonitoramento da Universidade Federal da Bahia, Rua Barão de Jeremoabo, s/n - Campus Universitário de Ondina, 40170-115, Salvador, Bahia, Brasil.
  • Zafira Evelma da Rocha Gurgel Laboratório da Ecologia da Polinização/ECOPOL, Programa de Ecologia e Biomonitoramento da Universidade Federal da Bahia, Rua Barão de Jeremoabo, s/n - Campus Universitário de Ondina, 40170-115, Salvador, Bahia, Brasil.
  • Cyntia Santiago Anjos Duarte Laboratório de Ecologia Nutricional de Insetos/LENI, Programa de Ecologia e Biomonitoramento da Universidade Federal da Bahia, Rua Barão de Jeremoabo, s/n - Campus Universitário de Ondina, 40170-115, Salvador, Bahia, Brasil.
  • Mauro Ramalho Instituto de Biologia da Universidade Federal da Bahia; Laboratório da Ecologia da Polinização/ECOPOL, Programa de Ecologia e Biomonitoramento da Universidade Federal da Bahia, Rua Barão de Jeremoabo, s/n - Campus Universitário de Ondina, 40170-115, Salvador, Bahia, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.13102/scb8031

Resumo

O microclima nas florestas tropicais apresenta grande variação vertical. Em particular, a diferença entre dossel e estrato inferior do sub-bosque constitui micro-hábitats que exigem adaptações particulares dos animais e podem propiciar a estratificação dos mesmos. O objetivo deste estudo foi verificar se existe diferença na atividade de coleta de essência por abelhas Euglossina, entre dossel e sub-bosque da Mata Atlântica. As coletas foram feitas em 16 pontos sorteados ao longo de uma trilha de 4.370m, em um remanescente florestado, no norte do Corredor Central da Mata Atlântica. Foram amostrados 566 espécimes assim distribuídos em espécies: Euglossa (5), Eulaema (3) e Exaerete (1). O dossel (8-12 m) e o sub-bosque (1,5-2,0 m) não apresentaram diferenças significativas na composição de espécies de Euglossina (p=0.6827). As três espécies mais abundantes também apresentaram freqüências similares no dossel e no sub-bosque. Este estudo sugere que não há estratificação da atividade de coleta de essência por abelhas Euglossina, contrastando com estudos prévios.

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Publicado

2008-12-31

Como Citar

Rosa, J. F., Oliveira, J. P. L. de, Gurgel, Z. E. da R., Duarte, C. S. A., & Ramalho, M. (2008). Estratificação da atividade de coleta de essência por abelhas Euglossina em um remanescente de Mata Atlântica na Reserva da Michelin, Bahia, Brasil. SITIENTIBUS Série Ciências Biológicas, 8(3/4), 307–310. https://doi.org/10.13102/scb8031

Edição

Seção

Artigos