Folclore e biologia de alguns invertebrados I

Autores

  • Hitoshi Nomura Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Universidade de São Paulo, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.13102/scb8086

Resumo

Esta parte I trata da biologia e folclore de alguns invertebrados, começando pelos Protozoários e chegando até os Nematelmintos. Os dados folclóricos referentes a esses animais foram encontrados na literatura escrita pelos cronistas, viajantes e naturalistas que percorreram o Brasil, envolvendo aspectos relativos às crenças, lendas e superstições, sendo acompanhados de alguns dados obtidos pelo autor.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

Amaral A. 1976. Tradições populares. 2ª ed. São Paulo: Hucitec e Secretaria da Cultura, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo.

Barroso SM. 1934. Vermes intestinaes. 3ª ed. Rio de Janeiro: Laboratório Panvermina.

Beaurepaire-Rohan H. 1956. Dicionário de vocábulos brasileiros. 2ª ed. Salvador: Livraria Progresso Editora.

Bezerra A. 1965. Notas de viagem. Fortaleza: Imprensa Universitária do Ceará.

Bíblia 1969. A Bíblia Sagrada – Antigo e Novo Testamento. Rio de Janeiro: Sociedade Bíblica do Brasil.

Brandão G. 1959. Mogi das Cruzes: monografia folclórica. Revista do Arquivo Municipal 182:1-80 (separata).

Brandão Sobrinho J. 1903. O solo, a flora e a fauna do 3º Districto Agronômico do Estado de S. Paulo com sede em Ribeirão Preto. São Paulo: Escola Typographica Salesiana.

Brusca RC & GJ Brusca. 2007. Invertebrados. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.

Buschan G. 1948. Animais e produtos animais como remédios na medicina popular. Actas Ciba 15(11-12): 381-385.

Câmara AA. 1911. Pescas e peixes da Bahia. Rio de Janeiro: Typographia Leuzinger.

Camargo MTA. 1974. Medicina popular em favela de São Paulo. Revista do Arquivo Municipal 186: 175-247.

Campos E. 1956. Pediatria sertaneja. Unitário, Fortaleza, edição de 13 de maio.

Campos E. 1967. Medicina popular do Nordeste: superstições, crendices e meizinhas. 3ª ed. Rio de Janeiro: Edições O Cruzeiro.

Carvalho JCM. 1949. Observações zoológicas no Rio das Mortes e no Alto Xingu, p. 7-19. In: JCM Carvalho, PE Lima & EE Galvão. Observações zoológicas e antropológicas na região dos formadores do Xingu. Publicações Avulsas do Museu Nacional 5: 1-48.

Carvalho JCM. 1951. Relações entre os índios do Alto Xingu e a fauna regional. Publicações Avulsas do Museu Nacional 7: 1-32.

Carvalho JP. 1937. Rudimentos de oceanografia. A Voz do Mar 17(147): 13-17.

Cascudo LC. 2001. Dicionário do folclore brasileiro. 9ª ed. São Paulo: Global.

Castro J. 1955. Geopolítica da fome: ensaio sobre os problemas de alimentação e de população do mundo. 3ª ed. Rio de Janeiro: Livraria Editora da Casa do Estudante do Brasil.

Cavalier-Smith T. 1993. Kingdom Protozoa and its 18 phyla. Microbiological Review 57: 953-994.

Dalcina J (pseudônimo de João de Paiva Carvalho). 1946. Actínias, Anêmonas ou Flor das Pedras. Caça e Pesca 6(61): 46-50.

Edmundo L. 1932. O Rio de Janeiro no tempo dos Vice-Reis (1763-1808). Rio de Janeiro: Imprensa Nacional.

Faria RL. 1947-1948. Superstições, feitiçarias e crendices no meio rural. Revista Ceres 7(40): 262-275; 7(41): 332-354.

Freitas AA. 1936. Vocabulário Nheengatú (vernaculizado pelo português falado em São Paulo) (Língua Tupi-Guarani). São Paulo: Companhia Editora Nacional.

Gliesch R. 1925. A fauna de Torres. Porto Alegre: Officinas Graphicas da Escola de Engenharia de Porto Alegre.

Gliesch R. 1940. Curso Geral de Zoologia, destinado aos alunos dos cursos complementares e Faculdades de Ciências. Porto Alegre: Livraria do Globo.

Godoy MP. 1974. Contribuição à história natural e geral de Pirassununga. Vol. 1. Pirassununga: Prefeitura Municipal de Pirassununga.

Haddad Júnior V. 2003. Acidentes por animais aquáticos brasileiros, p. 267-278. In: JLC Cardoso, FOS França, FH Vem, CMS Málaque & V Haddad Júnior (eds.). Animais peçonhentos no Brasil: biologia, clínica e terapêutica dos acidentes. São Paulo: Sarvier e Fapesp.

Ihering R von. 1934. Da vida dos nossos animais: fauna do Brasil. São Leopoldo: Rotermund & Cia.

Ihering R von. 1940. Dicionário dos aimais do Brasil. São Paulo: Diretoria de Publicidade Agrícola.

Kreis RA. 1938. Parasitoses importantes do homem. Actas Ciba 5(9): 271-280.

Lages Filho J. 1934. A medicina popular em Alagoas. Archivos do Instituto Nina Rodrigues 3(1/2): 117-143.

Langowiski VBR. 1973. Contribuição para o estudo dos usos e costumes do praieiro do litoral de Paranaguá. Cadernos de Artes e Tradições Populares, Paranaguá 1(1): 77-101.

Le Cointe P. 1945. O Estado do Pará: a terra, a água e o ar. São Paulo: Companhia Editora Nacional.

Lenko K. 1965. Cauixi ou me-da-coceira. Caça e Pesca 24(290): 4.

Lubatti MRS. 1979. O folclore na vivência atual do Açu, Marreca e Quixaba (Campos, RJ). São Paulo: Editorial Livramento.

Lutz A. 1919. O Schistosomum mansoni e a Schistosomatose, segundo observações feitas no Brasil. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz 11(1): 121-155.

Machado O. 1943. Catálogo sistemático dos animais urticantes e peçonhentos do Brasil. Boletim do Instituto Vital Brazil 25: 41-64.

Machado OXB. 1947. Zoologia: Espongiários (Porifera). Rio de Janeiro: Conselho Nacional de Proteção aos Índios.

Magalhães J. 1966. Medicina folclórica. Fortaleza: Imprensa Universitária do Ceará.

Marconi MA. 1976. Folclore do café. São Paulo: Secretaria da Cultura, Ciência e Tecnologia, Conselho Estadual de Cultura.

Marques AC & AG Collins. 2004. Cladistic analysis of Medusozoa and Cnidaria evolution. Invertebrate Biology 123(1): 23-42.

Mata A. 1932. O cauixí. Brasil Médico 46: 435.

Mello-Leitão ACG. 1948. Animais peçonhentos. Rio de Janeiro: Serviço de Informação Agrícola.

Mello-Leitão C. 1933. Celentérios. Revista Nacional de Educação 5: 17-23.

Mello-Leitão C (1935) 1944. Vida maravilhosa dos animais (nova série). 2ª ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional.

Mendes A. 1942. Vocabulário Amazônico. Estudos. São Paulo: Sociedade Impressora Brasileira.

Monte O. 1926. Diccionario da Fauna Brasileira – Accrescimo ao trabalho do Dr. R. v. Ihering. Almanak Agrícola Brasileiro 15: 225-266.

Motta O. 1930. Israel, sua terra e seu Livro. São Paulo: Heros Gráfica Editora.

Neiva A & B Penna. 1916. Viajem cientifica pelo Norte da Bahia, sudoeste de Pernambuco, sul do Piahuí e de norte ao sul de Goiaz. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz 8(3): 74-224.

Nomura H. 1959. Cinqüenta e três horas a bordo de uma Traineira. Fauna 18(2): 15-22.

Nomura H. 1977. Cartas – Cabelo que vira cobra. Suplemento Agrícola, O Estado de São Paulo 22(1171): 2, edição 18 de novembro.

Nomura H. 1979. Medusa e caravela, terrores do banhista. Suplemento Agrícola, O Estado de São Paulo 24(1251): 7, edição 3 de junho.

Nomura H. 2000. Os moluscos no folclore. Mossoró: Fundação Guimarães Duque e Fundação Vingt-un Rosado.

Nomura H. 2001a. Os crustáceos na cultura popular. Mossoró: Fundação Guimarães Duque e Fundação Vingt-un Rosado, Mossoró.

Nomura H. 2001b. Os animais no folclore: aracnídeos e miriápodos. Mossoró, Fundação Guimarães Duque e Fundação Vingt-un Rosado

Nomura H. 2001c. Curiosidades folclóricas sobre insetos. São José dos Campos: Centro de Estudos da Cultura Popular.

Nomura H. 2006. Entomologia pitoresca I. Os insetos nas crenças superstições e medicina popular. Análise bibliográfica. Sitientibus, série Ciências Biológicas 6(2): 145-155.

Nomura H. 2007a. Entomologia pitoresca II. Os insetos nas crenças, superstições e medicina popular. Análise bibliográfica. Stientibus, série Ciências Biológicas 7(1): 98-112.

Nomura H. 2007b. Entomologia pitoresca III. Os insetos nas crenças, superstições e medicina popular. Análise bibliográfica. Sitientibus, série Ciências Biológicas 7(3): 236-160.

Novaes NS. 1964. Medicina e remédios no Espírito Santo: história e folclore. 2ª ed. Vitória: Departamento de Imprensa Oficial.

Oliveira SA. 1940. Expressões do populário sertanejo: vocabulário e superstições. São Paulo: Civilização Brasileira.

Peixoto A. 1944. Miçangas: fama (folclore) e história. Rio de Janeiro: W. M. Jackson.

Pereira C. 1934. Espongiários, p. 276-277. In: R von Ihering. Da vida dos nossos animais: fauna do Brasil. São Leopoldo, Rotermund & Cia.

Pessoa SB. 1969. Parasitologia médica. 7ª ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan.

Pinto C. 1938. Zôo-parasitos de interesse médico e veterinário. Rio de Janeiro: Pimenta de Mello & Cia.

Piso G. 1948. História natural do Brasil ilustrada. São Paulo: Companhia Editora Nacional.

Rangel A. 1927. Inferno Verde (Scenas e Scenarios do Amazonas). 4ª ed. Tours: Typographia Arrault & Cia.

Ribeiro J. 1946. Folklore dos bandeirantes. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora.

Rocha D. 1947. Formulário therapeutico de plantas medicinais cearenses nativas e cultivadas. 3ª Ed. Ceará (Fortaleza): s.c.e.

Rosa CN. 1963. Os animais de nossas praias. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo.

Saint-Hilaire A. 1944. Viagem às nascentes do Rio São Francisco e pela Província de Goiás. São Paulo: Companhia Editora Nacional.

Santiago P. 1959. Coisas e loisas do folclore. Boletim Alagoano de Folclore 4(1/2): 6-15.

Santos E. 1961. Os insetos (vida e costumes). Vol. 1. Rio de Janeiro: F. Briguiet & Cia. Editores.

Santos E. 1987. Miscelânea zoológica. Belo Horizonte: Editora Itatiaia.

São Paulo F. 1936. Linguagem médica popular no Brasil. Vol. 1. Rio de Janeiro: Barretto & Cia.

Souto Maior M. 1980. Dicionário folclórico da cachaça. 2ª ed. Recife: Fundação Joaquim Nabuco, Editora Massangana.

Storer TI & RL Usinger. 1971. Zoologia geral. São Paulo: Companhia Editora Nacional e Editora da Universidade de São Paulo.

Teixeira F. 1949. Estudos de folclore. Belo Horizonte, Movimento Editorial Panorama.

Teixeira F. 1954. Medicina popular mineira. Rio de Janeiro: Organização Simões.

Thiéblot MJ. 1977. Rondônia: um folclore de luta. São Paulo: Secretaria da Cultura, Ciência e Tecnologia.

Vanin G. 1977. Crendices, superstições e estórias da terra curimbatá. Pirassununga: Editora Pirassununga.

Vilhena LS. (1802) 1921. Recopilação de noticias soteropolitanas e brasílicas. Salvador: Imprensa Official do Estado.

Wagley G. 1977. Uma comunidade amazônica: estudo do homem nos trópicos. 2a ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional; Brasília: Instituto Nacional do Livro.

Downloads

Publicado

2008-09-30

Como Citar

Nomura, H. (2008). Folclore e biologia de alguns invertebrados I. SITIENTIBUS Série Ciências Biológicas, 8(2), 148–161. https://doi.org/10.13102/scb8086

Edição

Seção

Artigos