Estudinhos da lingua portugueza, de 1883, e Português: linguagens, de 2015, análise do fenômeno semântico homonímia
DOI:
https://doi.org/10.13102/cl.v26i1.11714Palavras-chave:
Semântica, Homonímia, Língua portuguesaResumo
Este artigo tem como objetivo geral contribuir com o ensino de língua materna, tendo como ênfase a semântica no ensino fundamental da rede pública de Imperatriz/MA, além dos específicos que se constituem em analisar os corpora em três aspectos: apresentação, organização e homonímia na sala de aula, e confrontar o ensino de semântica da Língua Portuguesa entre o manual didático de 1883 e 2015. A pesquisa consiste em uma abordagem qualitativa e documental, tendo sido utilizados os postulados de Ulmann (1964), Marques (1996), Lyons (1997, 2009), Ferrarezi Junior (2008), Ilari (2011), Cançado (2012, 2017), Abrahão (2018), entre outros, para compreender o saber linguístico das épocas, tendo como corpora a gramática Estudinhos da Lingua Portugueza; escritos e compilados, de Corrêa (1883), e a obra Português: Linguagens, de Cereja e Cochar (2015). Os resultados apontam que o estudo da homonímia foi privilegiado nos manuais didáticos, configurando uma convergência, e de maneiras divergentes no tocante à forma de exposição, pois, na obra de 1883, constatou-se conceitos e exemplos; e, na obra de 2015, atividades linguísticas sem a devida identificação ou conceituação do fenômeno semântico. Ressalta-se que este estudo é considerado relevante no processo de ensino-aprendizagem, para a proficiência na Língua Portuguesa.
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