Hospício é deus: a diferença na repetição de Maura Lopes Cançado

The difference in Maura Lopes Cançado’s repetition

Autores

DOI:

https://doi.org/10.13102/cl.v24i1.7823

Palavras-chave:

subversão. Autobiografia. Hospício é deus. Maura Lopes Cançado

Resumo

Em sua obra Hospício é deus – diário I, Maura Lopes Cançado (1929-1993) recria-se como personagem na narrativa de si, potencializando-se no desvio que se efetiva na transgressão da repetição. Na máscara da escrita de si, Maura expulsa-se em personagem, tornando-se diferença, pulsação do infinito. Desse modo, a narrativa de Maura é compreendida não como obra de linguagem, mas, sim, como literatura. Longe de produzir rememorações ou relatos, Maura faz-se o próprio vazio da linguagem. Numa leitura crítica em relação ao diário dessa escritora mineira, fazendo incursões em diferentes bases teóricas, a proposta desse trabalho é pensar o papel da repetição na escrita de Maura como um projeto de subversão da representação, pois, pensada nos termos propostos por Deleuze, sua autobiografia deve ser compreendida como uma repetição do diferente.

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Biografia do Autor

Márcia Moreira Custódio, Instituto Federal do Triângulo Mineiro - IFTM/Campus Avançado Uberaba Parque Tecnológico

Doutora em Letras/Estudos Literários pela Ufes - Universidade Federal do Espírito Santo; Professora do Ensino Básico Técnico e Tecnológico pelo Instituto Federal do Triângulo Mineiro/Campus Avançado Uberaba Parque Tecnológico.

Referências

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Publicado

2024-04-04

Como Citar

Custódio, M. M. (2024). Hospício é deus: a diferença na repetição de Maura Lopes Cançado: The difference in Maura Lopes Cançado’s repetition. A Cor Das Letras, 24(1). https://doi.org/10.13102/cl.v24i1.7823

Edição

Seção

Artigos em Fluxo Contínuo