Linguagem, ensino e tecnologias: o estágio supervisionado de língua portuguesa como espaço de interação social
DOI:
https://doi.org/10.13102/cl.v22i3.8355Palavras-chave:
Estágio Supervisionado. Língua portuguesa. Ensino. Tecnologias. Linguística AplicadaResumo
Resumo: o presente trabalho tem como objetivo apresentar questões e reflexões sobre o desenvolvimento do estágio supervisionado de língua portuguesa no curso de Letras da Universidade Estadual de Goiás (UEG) – Câmpus Sudoeste, durante o segundo semestre letivo de 2020. Nesse período, em razão da pandemia causada pela Covid-19, a execução do ensino remoto exigiu a mediação de tecnologias de comunicação e da informação para a realização das práticas docentes iniciais dos acadêmicos. Desse modo, um grupo de professores do curso produziu um Plano de Estágio de Letras (doravante PEL), segundo as instruções normativas da UEG e o PPC do curso. Para a realização da proposta, nos baseamos nos pressupostos teóricos de Coscarelli (2020), Dudanei et al (2016), Kleiman (1995), Pimenta (1997) e Rojo (2013), o que estabelece a nossa iniciativa no âmbito da Linguística Aplicada. A partir disso, o PEL determinou a execução do estágio no programa extensionista Centro de Idiomas, que oferta cursos nas áreas de língua portuguesa, língua inglesa, língua francesa e libras. O produto desse estágio foi a produção de minicursos na área de língua portuguesa, ministrados pelos estagiários, e apresentados no I Ciforma – Circuito de Formação em Linguagem e Interação.
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