O poema lírico: entre rupturas e permanências
DOI:
https://doi.org/10.13102/cl.v19i1.3668Abstract
O poema, diante da tradição e das vanguardas literárias, extraiu os elementos necessários para manter-se “vivo” até os dias atuais. Esta sobrevivência evidencia que a ação de transformar a poesia não dominou apenas o período moderno assinalado por Hugo Friedrich (1978), mas sim, avançou para a poesia posterior, a contemporânea. Neste cenário, a poetisa baiana Ângela Vilma inclui-se em uma investigação que, em alguma medida, recupera a tensão entre o “velho” e o “novo”. Essa relação diz respeito aos modos de produção e publicação da poesia lírica no mercado editorial, visto que, na contemporaneidade, este circuito foi alterado pela inserção das novas tecnologias como o blog. A fim de desenvolver a discussão proposta faz-se necessário recorrer teorizações anteriores desenvolvidas por alguns pesquisadores como Walter Benjamim (1989), Salete Cara (1989), Karl Erik Schollhammer (2009), Octavio Paz (2012), Marjorie Perloff (2013) entre outros.Downloads
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