A máquina do mundo (não) cabe em mim
DOI:
https://doi.org/10.13102/cl.v20i3.4764Abstract
Esta é uma reflexão, dividida em duas partes, acerca do que, no Timeu, de Platão, se propõe como organização do Universo, a partir de relações circulares, seguida de leitura crítica do poema “A máquina do mundo”, de Carlos Drummond de Andrade. Nossa escolha conflui para um percurso em direção a entendimentos de “engrenagens” fundamentais as quais, em conjunto, Drummond chamou máquina do mundo. Assim, não foi objetivo desta discussão o alcance de um consenso (ou resposta) para as questões suscitadas. A reflexão, orientada pelos textos filosófico e poético, se configura como exercício compreensivo-interpretativo-crítico, o que consideramos necessário ao pesquisador interessado em suas próprias dúvidas.
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