Modos de existir e resistir, à margem: leituras possíveis em Jorge Amado
DOI :
https://doi.org/10.13102/cl.v22i3.7790Mots-clés :
Jorge Amado, Modos de existir, Rsistência, Microrrevoluções, ContemporaneidadeRésumé
O objetivo deste artigo é apontar chaves para a leitura de algumas produções de Jorge Amado, no recorte temporal de 1958-1988, a fim de identificar em que medida as personagens marginalizadas dessas obras operam, através de suas individualidades, transformações sócio-políticas nas comunidades ficcionais onde atuam. Essas figuras ex-cêntricas possuem corpos políticos que, na peculiaridade dos seus modos de existir no mundo, luzem resistências. Além disso, traçarei conexões entre a politização evocada nos textos amadianos, suas sugestões reflexivas e críticas, com demandas presentes ainda na agenda da sociedade brasileira e da produção literária contemporânea.
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