Verminosis as viewed by the professionals and users of health centers in Planaltina-DF, Distrito Federal, Brazil

Authors

  • Luzenir Campos da Silva Laboratório de Zoologia, Universidade Católica de Brasília, QS 07 Lote 01 EPTC Bloco M, sala 331, 72030-170, Distrito Federal, Brasil.
  • Rodrigo Gurgel-Gonçalves Laboratório de Zoologia, Universidade Católica de Brasília, QS 07 Lote 01 EPTC Bloco M, sala 331, 72030-170, Distrito Federal, Brasil; Laboratório de Parasitologia Médica e Biologia de Vetores, Faculdade de Medicina, Área de Patologia, Universidade de Brasília, Asa Norte, 70910-900, Distrito Federal, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.13102/scb8090

Abstract

Helminth infections are the most frequent parasitic diseases in humans. The control of these infections should be based on the knowledge about identification and biology of the worms. The objective of this work was to register how professionals and users of health centers in Planaltina-DF perceive the worms and associated infections with emphasis in ascaridiasis, teniasis, schistosomiasis and enterobiasis. Between July and August 2007, 18 professionals (Pr: auxiliaries in nursing, nurses, agents of health) and 30 users (Us: residents in Planaltina-DF) were interviewed using projective tests and semi-structured interviews. For most of the interviewees, worms are parasites that cause diseases in humans, without any references to the helminth or groups of vermiform animals. Among the users, protozoa (Giardia, ameba) were mentioned as worms. Among the presented worms, Ascaris lumbricoides (Pr: 78%; Us: 70%) and Taenia sp. (Pr: 89%; Us: 53%) were the most known parasites. The users did not identify Enterobius vermicularis. As expected, the forms of transmission and prevention of the verminosis were more known by the professionals. The interviewees knew the symptoms and the forms of treatment of the verminosis; however, few knew details of the worm’ biological cycle. Commercial and home-made medicines were mentioned as forms of treatment. These results suggest the need to carry out sanitary education campaigns focusing on worms and verminosis in health centers in DF.

Downloads

Download data is not yet available.

References

Almeida SM, AG Franchin & O Marçal Junior. 2006. Estudo etonoornitológico no distrito rural de Florestina, município de Araguari, região do Triângulo Mineiro, Minas Gerais. Sitientibus Série ciências biológicas 6(2): 26-36.

Araújo BS, JF dos Santos, AS Oliveiras & T da S Neiva. 2007. Análise comparativa dos índices de parasitoses intestinais, avaliada em duas etapas diferentes, no povoado de Matinha dos Pretos, Feira de Santana, Bahia, Brasil. Sitientibus Série Ciências Biológicas 7(1): 10-14.

Assenso LC, WG Santos & R Gurgel-Gonçalves. 2007. O que é um parasito para você? Estudo etnobiológico do termo parasito entre estudantes de ensino fundamental, médio e superior. In: Congresso Brasileiro De Zoologia, 27, 2008, Curitiba. Resumos... Curitiba: SBZ, 2008.

Begossi A, HF Leitão Filho & PJ Richerson. 1993. Plant uses in a brasilian cosastal fishing community. Journal of Ethonobiology 13(2): 233-256.

Brusca RC & G Brusca. 2007. Invertebrados. 2a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.

Camurça-Vasconcelos ALF, SM Morais, LFL Santos, MFG Rocha & CML Bevilaqua. 2005. Validação de plantas medicinais com atividade anti-helmíntica. Revista Brasileira de Plantas Medicinais 7(3): 97-106.

Coutinho DF, LMA Travassos & FMM Amaral. 2007. Estudo etnobotânico de plantas medicinais utilizadas em comunidades indígenas no estado do Maranhão, Brasil. Visão Acadêmica 3(1): 7-12.

Costa Neto EM. 2004. Os insetos que “ofendem”: artropodoses na visão dos moradores da região da Serra da Jibóia, Bahia, Brasil. Sitientibus Série ciências biológicas 4(1/2): 59-68.

Costa Neto EM, APA Lago, CC Martins & PB Junior. 2005. O “louva-a-deus-de-cobra”, Phibalosoma sp. (Insecta, Phasmida), segundo a percepção dos moradores de Pedra Branca, Santa Terezinha, Bahia, Brasil. Sitientibus Série Ciências Biológicas 5(1): 33-38.

Gadano A, AGurni, P López, G Ferraro & M Carballo. 2002. In vitro genotoxic evaluation of the medicinal plant Chenopodium ambrosioides L. Journal of Ethnopharmacology 81(1): 11-6.

Gurgel-Gonçalves R, TTC Minuzzi-Souza, EM Costa Neto & CAC Cuba. 2007. O que é um parasito? Uma análise etimológica e semântica do termo parasito em diferentes idiomas. Acta Scientiarum Human Social Sciences 29(2): 151-161.

Katz N & SV Peixoto. 2000. Análise crítica da estimativa do número de portadores de Esquistossomose mansônica no Brasil. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 33(3): 303-308.

Levy FM, PE de S Matos & NE Tomita. 2004. Programa de agentes comunitários de saúde: a percepção de usuários e trabalhadores da saúde. Cadernos de Saúde Pública 20(1): 197-203.

Manso MEG. 2004. A Resolução nº 196/96 do Conselho Nacional de Saúde e o principialismo bioético. Jus Navigandi 8(457): 7.

Marques JGW. 2001. Pescando pescadores: ciência e etnociência em uma perspectiva ecológica. São Paulo: NUPAUB/USP.

Matos FJA. 1994. Farmácias vivas. Fortaleza: EUFC.

Mello DA, S Pripas, M Fucci, MC Santoro & ES Pedrazzani. 1998. Helmintoses intestinais I, Conhecimentos, atitudes e percepção da população. Revista de Saúde Pública 22(2): 140-149.

Neves DP. 2005. Parasitologia humana. 11ª ed. São Paulo: Atheneu.

Noronha CV, ML Barreto, TM Silva & Im Souza. 1995. Uma concepção popular sobre a esquistossomose mansônica: os modos de transmissão e prevenção na perspectiva de gênero. Cadernos de Saúde Pública 11(1): 106-117.

Nunes ALB de P, AM de O Cunha & O Marçal Junior. 2006. Coletores de lixo e enteroparitoses: o papel das representações sociais e suas atitudes preventivas. Ciência e Educação 12(1): 25-38.

Oliveira FM, STC Costa & FSM Bezerra. 2001. Incidência de enteroparasitoses na zona rural do Município de Parnaíba, Piauí. Revista Brasileira de Análises Clínicas 33(1):45-48

Pinto E de PP, MC de M Amorozo & A Furlan. 2006. Conhecimento popular sobre plantas medicinais em comunidades rurais de mata atlântica - Itacaré, BA, Brasil. Acta Botanica Brasilica 20 (4): 751-762.

Posey. D.A. 1986. Etnobiologia: teoria e prática, p. 15-25. In: D Ribeiro (ed.). Suma etnológica brasileira: etnobiologia. Petrópolis: Vozes/Finep.

Rey L. 2002. Bases da parasitologia médica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.

Santos G dos S, CL Massara & G de S Morais. 1990. Conhecimento sobre helmintoses intestinais de crianças de uma escola de Minas Gerais. Ciência e cultura 42(2): 1888-194.

Santos-Fita D & EM Costa Neto. 2007. As interações entre os seres humanos e os animais: a contribuição da etnozoologia. Biotemas 20(4): 99-110.

Sardenberg TS, S Müller, HR Pereira, RA de Oliveira & WS Hossne. 1999. Análise dos aspectos éticos da pesquisa em seres humanos contidos nas Instruções aos Autores de 139 revistas científicas brasileiras. Revista da Associação Médica Brasilileira 45(4): 295-302.

Schall VT, P Jurberg, B Rosemberg & MC Vasconcelos. 1986. Ciranda da saúde: um material complementar para o ensino de ciências no 1º grau. Ciência e cultura 39(7): 165.

Seduh. 2004. Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal. Informe demográfico. Aspectos da população e situação dos domicílios no Distrito Federal. RA VI Planaltina. Brasília: SEDUH.

Souza CD de & JM Felfili. 2006. Uso de plantas medicinais na região de Alto Paraíso de Goiás, GO, Brasil. Acta Botanica Brasílica 20(1):135-142.

Souza JH. 2007. Os aracnídeos (Arachinidae: aranaea, Scorpiones) na comunidade quilombola de Mesquita, Goiás: um estudo de caso sobre etnobiologia. Universidade de Brasília, Brasília, MSc diss.

Sturtevant WC. 1964. Studies in ethnoscience. American Anthropologist 66(2): 99-131.

Sucam, 1973. Superintendência de Campanhas de Saúde Pública. Campanhas contra Ancilostomose e Esquistossomose. Brasilia: SUCAM.

Published

2008-09-30

How to Cite

Silva, L. C. da, & Gurgel-Gonçalves, R. (2008). Verminosis as viewed by the professionals and users of health centers in Planaltina-DF, Distrito Federal, Brazil. SITIENTIBUS série Ciências Biológicas, 8(2), 179–188. https://doi.org/10.13102/scb8090

Issue

Section

Artigos