Flowering and fructification of woody species of Leguminosae and Euphorbiaceae in the Caatinga of Pernambuco

Authors

  • Lilian Cristine Marinho de Lima Departamento de Oceanografia, GTG, Universidade Federal de Pernambuco, Av. Arquitetura s/n, Cidade Universitária, 50.670-901, Recife, Pernambuco, Brasil.
  • Dilosa Carvalho de Alencar Barbosa Universidade Federal de Pernambuco, Brasil.
  • Marlene Carvalho de Alencar Barbosa Herbário UFP – Geraldo Mariz da Universidade Federal de Pernambuco, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.13102/scb8095

Abstract

Caatinga is an exclusive Brazilian ecosystem that is modified by human beings when they replace the natural vegetation for crops transforming it into a desert. We must understand the reproductive strategies of the species to better conserve the Caatinga. The families Leguminosae and Euphorbiaceae are the most representative in the Caatinga. The objective of this study was to define the flowering and fruiting periods of woody species of Leguminosae and Euphorbiaceae species in the Caatinga of Pernambuco. The work was done based on collections deposited in herbaria in the city of Recife: IPA, UFRPE, HST e UPF in the city Recife,. According to the month of the year, the flowering and fruiting periods of the species were classified into rainy season, dry season, the end of dry season and beginning of the rainy season, the end of rainy season and beginning of the dry season, and both rainy and dry season. From the studied species, 38 are Leguminosae and 12 are Euphorbiacae. Most species were flowering in the dry season (36%) and both the seasons (50%), respectively. Percentage of the species was significantly different among flowering period categories to Leguminosa and Euphorbiaceae. Most species of Leguminosae was fruiting in both seasons (49%). Percentage of the species was significantly different among fruiting period categories. Most species of the family Euphorbiaceae was fruiting in the rainy season (40%). However, the percentage of the species was not significantly different among fruiting period categories. Flowering and fruiting of this woody species are in accordance to studies in seasonal tropical forests.

Downloads

Download data is not yet available.

References

Andrade-Lima D. 1981. The caatingas dominium. Revista Brasileira de Botânica 4:149-153.

Barbosa DCA, JLH Alves & SM Prazeres. 1989. Dados fenológicos de 10 espécies arbóreas de uma área de Caatinga (Alagoinha - PE). Acta Botanica Brasilica 3: 109-117.

Barbosa DCA, PGG Silva & MCA Barbosa. 2002. Tipos de frutos e síndromes de dispersão de espécies lenhosas da caatinga de Pernambuco, p. 609-621. In: JMC Silva & M Tabarelli (eds.). Diagnóstico da biodiversidade de Pernambuco Vol. 2. Recife: SECTMA e Editora Massangano.

Barbosa DCA, MCA Barbosa & LCM Lima. 2003. Fenologia de espécies lenhosas da caatinga, p. 657-693. In: IR Leal, M Tabarelli & JMC Silva. (eds.) Ecologia e conservação de caatinga. Recife: Editora da Universidade Federal de Pernambuco.

Barbosa DCA. 2003. Estratégias de germinação e crescimento de espécies lenhosas da Caatinga com germinação rápida, p. 657-693. In: IR Leal, M Tabarelli & JMC Silva (eds.) Ecologia e conservação de caatinga. Recife: Editora da Universidade Federal de Pernambuco.

Bawa KS. 1983. Patterns of flowerring in plant tropical, p. 394-410. In: CE Jones & RJ Little (eds.) Handbooks of experimental pollination biology. New York: Van Nostrand Reinhold.

Borchert R. 1996. Phenology and flowering periodicity of Neotropical dry forest species: evidence from herbarium collections. Journal of Tropical Ecology 12: 65-80.

Bullock SH & JA Solís-Magallanes. 1999. Phenology of canopy trees of a tropical deciduous forest in Mexico. Biotropica 22(1): 22-35.

Duque JGO. 1980. O Nordeste e as lavouras xerófitas. Mossoró: Ed. Escola Superior de Agricultura de Mossoró.

Elger WA. 1951. Contribuição ao estudo da caatinga pernambucana. Revista Brasileira de Geografia 13: 577-590.

Ferri MG. 1980. A vegetação brasileira. São Paulo: EDUSP.

Frankie GW, HG Baker & PA Opler. 1974.Comparative phonological studies of trees in tropical wet and dry forest in the lowlands Costa Rica. Journal of Ecology 62: 881-919.

Giulietti AM, RM Harley, LP Queiroz, MRV Barbosa, ALB Neta & MA Figueira. 2002. Espécies endêmicas da Caatinga, p. 103-115. In: EVSB Sampaio, AM Giulietti, J Virgínio & CFL Gamarra-

Rojas (eds.). Vegetação & flora da caatinga. Petrolina: Associação Plantas do Nordeste (APN) e Centro Nordestino de Informação sobre Plantas (CNIP).

Griz LMS & ICS Machado. 2001.Fruiting phenology and seed dispersal syndromes in Caatinga, a tropical dry forest in the Northeast of Brazil. Journal of Tropical Ecology 17: 303-321.

Huck K. 1972. As florestas de América do Sul. São Paulo: Editoras Universidade de São Paulo e Polígono.

Jazen D. 1970.Herbivores and the number of tree species in tropical forest. American Naturalist 104: 501-528.

Justiniano MJ & T Fredericsen. 2000. Phenology of tree species in Bolivian dry forest. Biotropica 32(2): 276-281.

Lieth H. 1974. Purposes of a phenology book, p. 3-19. In: H Lienth (ed.). Phenology and seasonality modeling. New York: Springer Verlag.

Machado ICS, LM Barros & EVSB Sampaio. 1997. Phenology of Caatinga species at Serra Talhada, PE, Northeastern Brazil. Biotropica 29(1): 57-68.

Mantovani W & FR Martins. 1988. Variações fenológicas das espécies do cerrado da Reserva Biológica de Moji Guaçu, Estado de São Paulo. Revista Brasileira de Botânica 11:101-112.

MMA. 2002. Avaliação e ações prioritária para a conservação da Biodiversidade da caatinga. Universidade Federal de Pernambuco, Fundação de Apoio ao Desenvolvimento, Conservation International do Brasil, Fundação Biodiversidade e EMBRAPA/Semi-Árido. Brasília, DF.

Nimer E. 1977. Clima, p. 3-20. In: E Nimer (ed.). Geografia do Brasil, região Nordeste. Rio de Janeiro: IBGE

Prado DE. 2003. As Caatingas da Américas do Sul, p. 3-73. In: IR Leal, M Tabarelli & JMC Silva (eds.) Ecologia e conservação de caatinga. Recife: Editora da Universidade Federal de Pernambuco.

Quirino ZGM. 2006. Fenologia, síndromes de polinização, dispersão e recursos florais de uma comunidade de Caatinga no Cariri paraibano. Tese apresentada ao programa de Biologia Vegetal da Universidade Federal de Pernambuco. Recife.

Rathcke B & EP Lacey. 1985. Phenological patterns of terrestrial plants. Annual Review of Ecology and Systematics 16: 179-214.

Rawitscher F. 1942. Algumas noções sobre a transpiração e o balanço de água de plantas brasileiras. Anais da Academia Brasileira de Ciências 14:7-36.

Rodal MJN & AL Melo. 1999. Levantamento preliminar das espécies lenhosas da Caatinga de Pernambuco. In: Workshop de Plantas do Nordeste e Royal Botanic Gardens, 1. Anais... Recife: Kew.

Sampaio EVSB. 1995. Overview of the Brazilian caatinga, p. 35-58. In: SH Bullock, H Mooney & E Medina (eds.). Seasonally dry tropical forests. Cambridge: University Press.

Vicente A, AMM Santos & M Tabarelli. 2003. Variação no modo de dispersão de espécies lenhosas em um gradiente de precipitação entre floresta seca e úmida no Nordeste do Brasil, p. 565-592. In: IR Leal, M Tabarelli & JMC Silva (eds.). Ecologia e conservação de caatinga. Recife: Editora da Universidade Federal de Pernambuco.

Published

2008-09-30

How to Cite

Lima, L. C. M. de, Barbosa, D. C. de A., & Barbosa, M. C. de A. (2008). Flowering and fructification of woody species of Leguminosae and Euphorbiaceae in the Caatinga of Pernambuco. SITIENTIBUS série Ciências Biológicas, 8(2), 235–246. https://doi.org/10.13102/scb8095

Issue

Section

Artigos