Escrita-ebó: caminhos abertos para uma literatura negra-feminina
DOI:
https://doi.org/10.13102/cl.v26i1.11940Keywords:
Autoria feminina negra, FilologiaAbstract
Ebo writing (Duarte, 2019) is that which offers an Afrocentric diction to a largely unreceptive publishing market, thus opening pathways for Black-feminist literature from the 1970s onwards. Based on a mapping of Black women writers in Bahia between the 1970s and 1990s, it was possible to highlight the aesthetic-political project of the writer Aline França, among other writers who make up this scene that I call "escrita-ebó" (ebó writing). In this article, I propose a critical-philological reading of the aforementioned writer's first solo book: *Negão Dony*, in order to position her as one of the faces of this writing that opens paths for contemporary Black women writers to produce subjectivities – based on the search for an ancestry – that trace back to places in Africa before the diaspora, before the kidnappings and horrors caused by slavery. My intention is to thus reposition the voice of Aline França within the somewhat homogenous diction that characterizes Brazilian literature of the second half of the 20th century, and to enable the emergence of voices that, due to the closed nature of the publishing market and much of the literary circuit, had their images faded in the literary landscape and, consequently, did not form part of Brazilian literary historiography for a long period. In this context, Aline França's poetic narrative voices (Evaristo, 2005) a counterpoint to the discourses that construct Brazilian literary historiography, creating fractures in this scenario and breaking down the doors of this private club (Alves, 2010).
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